O homem não vive somente de pão; a História não tinha mesmo pão; ela não se alimentava se não de esqueletos agitados, por uma dança macabra de autômatos. Era necessário descobrir na História uma outra parte. Essa outra coisa, essa outra parte, eram as mentalidades\" Jacques Le Goff

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A GLOBALIZAÇÃO DEIXA PARA TRÁS MUITOS PAÍSES POBRES

Agências econômicas mundiais instadas a adotar políticas "em favor dos pobres"
A expansão mundial do comércio e do investimento está ocorrendo a uma velocidade vertiginosa - mas largamente em benefício dos países mais dinâmicos e poderosos dos Hemisférios Norte e Sul, de acordo com o agora lançado Relatório do Desenvolvimento Humano 1997, produzido para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A menos que a globalização seja cuidadosamente administrada, dizem os autores do relatório, os países e populações pobres serão crescentemente marginalizados. As perdas anuais dos países em desenvolvimento devido ao acesso desigual ao comércio, trabalho e finanças, foram estimadas em 500 bilhões de dólares norte-americanos, 10 vezes mais do que recebem em ajuda externa."Todos os países e todas as principais agências financeiras e internacionais têm de fazer mais do que ficar à margem aplaudindo as virtudes da globalização", diz Richard Jolly, Assessor Especial do Administrador do PNUD e coordenador principal do relatório." A globalização precisa de melhor gestão, para que se possa com vistas à criação de empregos, abrir oportunidades aos países mais pobres, não fechá-las ou restringi-las, e para evitar maiores disparidades econômicas, entre países e dentro deles".Ainda que a proporção mundial do comércio em relação ao produto interno bruto (PIB) tenha crescido ao longo da última década, ele tem-se reduzido em 44 países em desenvolvimento cujas populações totalizam mais de um bilhão de pessoas, diz o relatório. Os países menos desenvolvidos, com 10 por cento da população mundial, detêm apenas 0,3 por cento do comércio mundial - metade da sua parcela de há duas décadas atrás.Enquanto a globalização ajudou a reduzir a pobreza em algumas das maiores e mais fortes economias, como a indiana, o mundo em desenvolvimento assistiu a um aumento do hiato entre "vencedores" e "perdedores". A parcela dos 20% mais pobres da população mundial reduziu-se de 2,3% do rendimento mundial em 1960 para 1,1% atualmente - e continua a decrescer. A globalização está atingindo negativamente a população pobre, não apenas os países pobres, dizem os autores do relatório.A liberalização tem sido, em alguns casos, acompanhada de uma maior desigualdade, como em vários países latino-americanos incluindo a Argentina, Chile, República Dominicana, Equador, México e Uruguai. Nos países industrializados, alguns dizem que a globalização está pressionando os salários e o emprego.Entretanto, a liberalização e a globalização têm representado a bonança para alguns países. A China, por exemplo, é atualmente o maior receptor de investimento direto estrangeiro do mundo em desenvolvimento e aumentou as exportações mais de dez vezes ao longo dos últimos 15 anos. Isto ajudou a reduzir a parcela da sua população com pobreza por insuficiência de renda de um terço para um décimo, com importantes melhorias nos níveis de saúde e educação.Outras conclusões importantes do Relatório do Desenvolvimento Humano 1997 incluem:Mais da metade dos países em desenvolvimento tem sido excluída do investimento estrangeiro direto, do qual dois terços têm ido apenas para oito países em desenvolvimento.Com muitos dos países mais pobres dependendo das exportações de commodities, os preços reais das mercadorias nos anos 90 foram 45% mais baixos do que os dos anos 80 - e 10% abaixo do nível atingido em 1932 durante a Grande Depressão.Os termos de troca para os países menos desenvolvidos reduziram-se 50%, em termos acumulados, ao longo dos últimos 25 anos.As tarifas sobre importações para os países industrializados, provenientes dos países menos desenvolvidos, são 30% mais elevadas do que a média mundial.Os países em desenvolvimento perdem mais de 60 bilhões de dólares ao ano devido aos subsídios agrícolas e às barreiras às exportações de têxteis nos países industrializados.O Que Não Funciona: Má Política, Más Condições, Más RegrasMá política: Política macroeconômica pobre, em especial grandes déficits fiscais, criam instabilidade, o que desencoraja os investidores. E quando os déficits são financiados por empréstimos externos, isto pode sobrevalorizar a moeda, desencorajando mais uma vez os investidores estrangeiros e os exportadores. Os governos também impedem o comércio e o investimento de forma mais direta. As tarifas que superprotegem os produtores locais por períodos muito longos afastam igualmente as importações de capitais e de bens intermédios que poderiam ser utilizados para aumentar a produtividade. E, sobretudo, negligenciar o investimento em pessoas torna também difícil a expansão das exportações e a atração dos investidores.Más condições: Mesmo quando a globalização alcança os países pobres, isto ocorre freqüentemente em termos desfavoráveis. Desde o princípio dos anos 70 os países menos desenvolvidos sofreram uma redução acumulada de 50% nos seus termos de troca com outros países. Para os países em desenvolvimento no seu conjunto, as perdas acumuladas deste desequilíbrio ascendem a 290 bilhões de dólares entre 1980 e 1991. Os países pobres sofrem também de condições financeiras desfavoráveis. Com posições inferiores no que tange ao acesso ao crédito e com a expectativa de depreciações na moeda nacional, foram onerados com taxas de juro quatro vezes mais elevadas do que as dos países ricos durante os anos 80.Más regras: Os países pobres perdem com freqüência porque as regras do jogo lhes são desfavoráveis - especialmente as que se relacionam com o comércio internacional. A Rodada do Uruguai de Negociações Comerciais Multilaterais do GATT, quase não alterou este quadro. Os países em desenvolvimento, com três quartos da população mundial, terão apenas de um quarto a um terço dos ganhos de rendimento gerados - e grande parte deles irá para uns poucos exportadores poderosos da Ásia e da América Latina. FONTE: http://www.pnud.org.br/hdr/hdr97/rdh7-7.htm

QUAL É O SEU PONTO DE VISTA COM RELAÇÃO A GLOBALIZAÇÃO?

sábado, 14 de novembro de 2009

QUILOMBOS DA BAHIA

COLÉGIO ESTADUAL FRED GEDEON
SÉRIE: 1º, 2º, e 3º ano Ensino Médio
Disciplina Trabalhada: História
Professor: Genivaldo Pereira dos Santos
Proposta de Aula – Conclusão das 08 horas do Curso Linux 40
Floresta Azul
Aulas realizadas nos dias:
09,10 e 12 de novembro de 2009.
Proposta Temática usada na aula:

QUILOMBOS DA BAHIA - FILME DOCUMENTÁRIO
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Descrição da atividade proposta:
A Bahia é o estado de maior presença negra do Brasil, com mais de 70% de sua população afro descendente e isto evidencia a implantação de uma consistente rede de dominação escravista, que perdurou por mais de 350 anos। Por outro lado, foi também na Bahia um dos lugares onde a resistência negra contra a escravidão, aflorou com mais densidade, pois além das insurreições urbanas como Búzios, Malês, etc., destacou-se o surgimento de quilombos, que se constituíram em verdadeiros símbolos da resistência e luta pela liberdade.
Objetivos:

- Identificar as principais comunidades negras, muitas delas até mesmo seculares dentro do estado da Bahia registrando as suas principais contribuições legadas nos dias de hoje,bem como a valorização da memória negra no nosso estado.
- Reconhecer a importância dos Quilombos dentro do nosso país, em especial no estado da Bahia e suas contribuições dentro da cultura afro-descendente.
Metodologia aplicada:

Alunos assistiram ao vídeo “ Quilombos da Bahia”, depois houve algumas discussões orais.
Depois solicitei que em grupo registrassem seus pontos de vistas a respeito do que foi visto no vídeo e do que fora discutido.
Feito isso, os registros foram publicados no blog (http://historiadialetica.blogspot.com) e a partir daí, as publicações foram colocadas para que determinadas equipes fizessem a partir das publicações, seus comentários a respeito do que os colegas registraram.Uma proposta surgida, no intuito de todos conhecerem suas publicações e a partir daí, avaliassem a partir de comentários seus textos.
Recursos Usados:
Televisão, Aparelho de DVD, DVD, Computador.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série 1 ano A
Professor Genivaldo Pereira
Disciplina: História
Componentes: Alane Maine, Andressa, Antonio Caio, Antonio Júnior, Bárbara.
Proposta Documentário :Quilombo da Bahia
Direção e Reteiro: Antonio Olavo
Tarefa : Registri das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
Na Bahia 70% da população é afrodescendente, centenas de comunidades negras estão espalhadas pelo estado da Bahia.Um dos quilombos mais conhecidos é Palmares e um dos grandes líderes, se chamava Zumbi. Nesses quilombos vivem pessoas guerreiras e que dão sua vida para cultivar terras e que acima de tudo são felizes.
Tem uma frase que um deles diz que é muito interessante: “Deus é o dono de tudo e não vendeu a ninguém , ele fez pra os seus filhos ricos e pobres, não somente aos ricos e seria de direito mais do pobre, pois , são eles que cultivam a terra’’. Com esse pensamento percebemos que apesar de não ter se formando em alguma escola são inteligentes, e tem mais, contam também que antigamente existiam 6 operações matemáticas(tipos de contas) e hoje existem pessoas formadas em Faculdades e que se batem para resolver 4.
E , apesar de serem felizes e de fazerem o que gostam, não desejam para o futuro dos seus filhos o seu presente.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

QUILOMBOS DA BAHIA FILME DOCUMENTÁRIO ATIVIDADE PROINFO 40 NTE 05

A Bahia é o estado de maior presença negra do Brasil, com mais de 70% de sua população afro descendente e isto evidencia a implantação de uma consistente rede de dominação escravista, que perdurou por mais de 350 anos। Por outro lado, foi também na Bahia um dos lugares onde a resistência negra contra a escravidão, aflorou com mais densidade, pois além das insurreições urbanas como Búzios, Malês, etc., destacou-se o surgimento de quilombos, que se constituíram em verdadeiros símbolos da resistência e luta pela liberdade.
Os quilombos representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África e contribuindo para a formação da cultura afro-brasileira.

video

http://www.youtube.com/watch?v=vq_GQPtQe8k

Alunos do Ensino Médio Registram as Contribuições/Valorização da memória negra na Bahia visto no Documentário.

Escola Estadual Fred Gedeon
Série:3° Ano
História
Professor: Genivaldo Pereira-Disciplina:História
Componentes:Alberto,Alessandra,Anelyse,Arisvagno,Athuse,Christian e Claudio
O primeiro passo para a valorização da cultura negra já foi dado, porque pessoas que se importam com a cultura negra baiana demonstraram isso através de documentários,como o que esta em questão. Dar valor não quer dizer apenas recolher informações e relatos mas também fazer com que esses valores não se percam com o tempo,através do modernismo ou a imposição de idéias as quais não querem aceitar. Apesar das condições de vida das pessoas parecer “miserável” elas não queria de maneira alguma mudá-la e diziam ser felizes ali.Por isso o governo tem o dever de não deixar morrer e nem tentar mudar a cultura desse povo.Só que mais importante do que falar e esperar, precisamos fazer com que todas essas informações culturais não se percam,mas que permaneçam na vida de quem lutou por elas.
Escola Estadual Fred Gedeon.
Série: 3º ano A vespertino.
Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: História.
Componentes:Vanessa,Iaponan,Wadson Souza,Wadson Oliveira,Wandson,Géssica.
Proposta de Trabalho - Filme Documentário: QUILOMBOS DA BAHIA.
Direção e Roteiro: Antonio Olavo.
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
Dentre as unidades constituintes da nação brasileira, o estado da Bahia certamente se destaca como uma das mais profundamente marcadas, histórica e culturalmente, pela presença do negro. Presença hoje indissociavelmente ligada à nossa própria identidade regional.
A Bahia é o centro da cultura afro-brasileira e boa parte da sua população é de origem africana. Temos a herança do negro por todos os lados: na língua, na dança das senzalas, na culinária, na religião, nos traços físicos da nossa gente. São esses valores que não devem ser esquecidos é por isso a importância desse documentário onde se destacou o surgimento de quilombos, que se constituíram em verdadeiros símbolos da sobrevivência e luta pela liberdade.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série: 3° ano
Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: História
Componentes: Jesebel, Jessica, Joabson, Joana, Judson, Luana Guimarães e Luana Souza.
Proposta de Trabalho - Filme Documentário: QUILOMBOS DA BAHIA
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia
A maioria da população é negra tendo cultura, história de resistência e raízes. A visibilidade é importante, principalmente na atual conjuntura, na qual estão sendo trabalhadas leis, em que se vislumbra um processo de mudanças. Estamos no caminho da transformação dentro disso, há um processo de informação de direitos. Há uma comunidade de quem foi tirado tudo e estando na luta pela devolução da dignidade, contra os preconceitos que nos cercam. Um quilombo era um local de refúgio dos escravos no Brasil, em sua maioria afros descendentes (negros e mestiços), havendo minorias indígenas e brancas. O mais famoso na História do Brasil foi o de Palmares. Os quilombos são estudados como irrelevante durante a escravidão, à medida que os pesquisadores sociais avançam nas suas pesquisas, demonstra ter sido um elemento dos mais importantes no desgaste permanente, quer social, econômico e militar.
Escola Estadual Fred Gedeon.
Série: 3º ano A vespertino.
Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: História.
Componentes: Pablo, Milena, Rafaela, Maik, Max. Nilson e Renata.
Proposta de Trabalho - Filme Documentário: QUILOMBOS DA BAHIA.
Direção e Roteiro: Antonio Olavo.
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
Na atualidade não existe nenhum grupo humano racialmente puro. Pois todos somos resultados de um longo processo de miscigenação. Como foi retratado no documentário, podemos ver a importância negra em nossa cultura e a valorização da mesma, seu cotidiano, costumes e crenças, contados por eles mesmos, naturalmente, cada um a sua maneira. É na Bahia onde está concentrada a maior parte da população afro-descendente do nosso país, onde muitos ainda vivem nos quilombos, que é um meio encontrado por eles de não deixar essa história morrer, ou ser esquecida. Quilombos esses, que se tornaram verdadeiros símbolos da resistência negra e luta pela liberdade.
O governo acha que o melhor para os que ainda vivem nos quilombos seria retirá-los de lá, mais para eles, lá é o melhor lugar para se viver e manter sua história viva.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série: 3º Ano A
Professor: Genivaldo Pereira – História
Componentes: Daniel, Danilo, Elijersse, Ellen, Emanuela, Ergleide, Erick.
Proposta de Trabalho: Filme Documentário: Quilombos da Bahia.
Direção e Roteiro: Antônio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
O filme revela aspectos bastante atualizados sobre a realidade, a cultura e a situação dos quilombolas baianos, suas lutas e conquistas.
É visto neste documentário, o quanto eles são trabalhadores e quanto são alegres por viverem no Quilombo, apesar da situação de vida indigna, no ponto de vista político - urbano. Registra também, os costumes e tradições dos afro-descendentes das comunidades quilombolas. Mostram pessoas humildes que se orgulham do lugar que vivem, visto que em depoimentos relatados dos moradores, o sonho maior deles é ter o próprio pedacinho de terra e ali trabalharem e plantarem até o fim das vidas. Apesar do descuido, da falta de recursos, a população quilombola é bem idosa; a maioria vive na faixa dos 70, 80, 90 e até 100 anos!
Enfim...o objetivo do documentário é trazer um pouco mais de informação sobre as desconhecidas comunidades remanescentes dos quilombos, afinal além de danças, músicas e partes cómicas, o lado cultural é muito rico e bom.
Escola Estadual Fred Gedeon
Serie: 3º ano
Componentes: Francisco, Helena, Itana, Jamile, Janny, Jaqueline, Jeferson.
Filme Documentário: QUILOMBOS DA BAHIA
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
Quilombos da Bahia é um documentário que evidencia a forma de vida levada pelos negros. É sábio por todos a vida sofrida que levaram,e ninguém melhor que os próprios para descreverem suas dificuldades, emoções e opiniões. No documentário a valorização da memória negra fica exposta quando eles expressam de forma visível através do vídeo a conservação de seus costumes, crenças, as maneiras e o modo de vida da raça negra, sendo a Bahia palco de grandes comunidades quilombolas. É assim, portanto vendo os relatos que abrimos nossa consciência para valorizar uma cultura tão miscigenada que tanto contribuiu e contribui para cultura brasileira.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série: 1º Ano A
Professor: Genivaldo Pereira
História
Componentes: Vinícius, Caíque, Emilly, Carlito, Callila, Bruno
Proposta de Trabalho:
Filme Documentário: Quilombos da Bahia.
Direção e Roteiro: Antônio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.

Uma das partes que interessou ao grupo foi quando mostrou como é feito manualmente o dendê, que é muito diferente do jeito que nós conhecemos que é feito nas fábricas. Eles diziam que era muito difícil de passar fome nas comunidades quilombolas. Eles sempre tinham algo para comer só ficava com fome quem não quisesse comer.
Nós ficamos impressionados foi pelo fato de pessoas que moram nas comunidades brancas que não fazem nada morrem aos 60 anos e dificilmente chegam aos 80 anos de idade, e o incrível é que eles trabalharam a maior parte da sua vida e a taxa de idade nas suas comunidades negras é na média de 100 anos ou mais. Alguém que trabalhou ao longo de sua vida com trabalhos pesados e conseguem chegar a essa idade isso é realmente impressionante. Muitos deles, os mais antigos quando perguntavam se o lugar onde eles moravam era quilombos eles diziam que antigamente contavam por léguas porque eles chamavam os quilombos de cativeiros. Tinha uma senhora que falava que papagaio velho não fala bem, mas que ela gostaria de aprender ler e escrever.
Escola: Estadual Fred Gedeon
Série: 1º ano A
Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: História
Componentes: Mirrios, Stefanny, Mateus Lapa, Mauricio, Michael e Raiala
Proposta de trabalho - Filme documentário: Quilombos da Bahia
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
Na Bahia estão espalhadas centenas de comunidades negras os chamados Quilombos, isso porque 70% da população Baiana são afros descendentes. Nesses Quilombos só vivem pessoas negras, e muitas dessas pessoas conhecem o lugar onde vivem como cativeiro. No passado esses Quilombos serviam de abrigo e esconderijo já hoje são comunidades. Nos Quilombos são realizadas várias atividades como: garimpo, a produção de dendê e vassouras de piaçava. As pessoas vivem cantando e dançando alegres e não trocam essas comunidades por nenhum outro lugar no mundo. Zumbi dos Palmares é conhecido como o Rei dos quilombos, porque ele foi o guerreiro que teve a idéia de refugiar os negros que estavam fugindo, em um lugar escondido por grandes árvores e matos.
Escola: Estadual Fred Gedeon
Série: 1º ano A
Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: História
Componentes: Rayanne, Renata, Romário, Gerson Rubens, Ruth
Proposta de trabalho - Filme documentário: Quilombos da Bahia
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
UMA GRANDE CULTURA NEGRA QUE É A DANÇA ,O RITIMO E INSTRUMENTOS FEITOS POR ELES PRÓPRIOS,OS NEGROS TÊM SUA CULTURA SEMPRE PRESERVADAS NOS QUILOMBOS QUE ESTÃO ESPALHADOS POR VÁRIOS CANTOS DO PAIS,ONDE ESSES NEGROS SOFREM POR SER UM TRABALHO ÁRDUO QUE FAZEM EM SEUS QUILOMBOS,MAS,NÃO TROCAM SUA VIDA NOS QUILOMBOS PARA VIVER NA CIDADE POIS,SE SENTEM MAIS LIMPOS.ELES QUE NASCEM COM A CULTURA DO DENDÊ.
MUITOS NEGROS DO PASSADO QUE SOFRERAM O PRECONCEITO E A ESCRAVIDÃO HOJE SENTEM LIVRES,MUITOS DELES QUE CONTAM SUAS HISTÓRIAS ONDE PASSAM O TRABALHO QUE APRENDEM COM OS FAMILIARES.MUITOS DELES FORAM E TIVERAM UMA VIDA SAUDÁVEL E ELES CONHECERAM SEUS TATARAVÓS,ESCRAVOS.O QUE MAIS TEME EM VIVER EM QUILÔMBOS É A FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO,E SEM MEDICAÇOES NEM POSTOS MÉDICOS..MUITOS DELES SEM NENHUM NIVEL DE ESCOLARIDADE .MAL SABEM QUE VIVEM NOS CHAMADOS”QUILOMBOS” QUE ELES OS APELIDAM COMO “BANANAL”, “CATIVEIROS”,MAS SUA PRINCIPAL DIVERSSAO ERA MESMO A MÚSICA E A DANÇA.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série: 1° Ano A
Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: História
Componentes: Jeferson, Gean, Jéssica, Flávia e Kaiala
Os quilombos baianos são com certeza a maior prova de que a cultura dos negros trazidos da África ainda está muito presente hoje em dia. Os moradores dessas pequenas comunidades têm muito orgulho de viverem de maneira simples e natural apesar das dificuldades enfrentadas como, por exemplo, a falta de energia elétrica e meios de transportes. Muitos deles ainda se lembram de ver os escravos sendo obrigados a apagar fogo com os pés como castigo. Os quilombos são um exemplo de organização o maior deles, Laje dos Negros, possui cerca de seis mil habitantes muitos deles nem sabem o significado da palavra quilombo, porém, alguns deles enfrentaram as dificuldades e se profissionalizaram e hoje tem empregos formais, é incrível mais a média de idade é muito alta, por que aquelas pessoas são muito felizes com seu modo de vida.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série: 1° ano
Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: Historia
Componentes: José Victor, Maima,Maiane,Mateus Santana.
Filme Documentário: Quilombos da Bahia.
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia
A Bahia tem uma diversidade Quilombola muito grande, mas temos motivos, pois a nossa população tem 70% de negros e a maioria desses negros vivem em vários quilombos espalhados pelo estado. Em muitos quilombos as danças, músicas, brincadeiras e religião são oriundas da África. Lá eles produzem a sua própria forma de sobrevivência como à produção de dendê, de vassoura de piaçava e o garimpo, os quilombolas não tem vontade de sair do seu quilombo apenas o que eles querem é mais atenção, pois é um povo excluído de tudo e de todos, os tipos de modernidade. Porém, são felizes até mais feliz do que nós, porque lá existe a união entre eles, à sociedade quilombola. Outra coisa que se deve destacar no povo quilombola é o uso da medicina alternativa e dos rezadores, muitos quilombos não têm a energia elétrica e nem saneamento básico, mas nem por isso eles deixam de viver a sabedoria quilombola mesmo vida de alguns deles que são analfabetos mesmo assim estão lutando para aprender, pois dizem que papagaio velho não sabe falar.
O único sonho que eles têm é ter o próprio lugar para poderem morar, plantar, criar e poder formar os seus filhos para não passar o que seus pais passaram.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série: 2º ano A(vespertino)
Professor: Genivaldo Pereira dos Santos-Disciplina: História
Componentes:Ronaldo, Sérgio, Silvana, Stefanny, Gislane, Natiele e Clícia
Proposta de Trabalho - Filme Documentário: QUILOMBOS DA BAHIA
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.

Uma grande cultura que está viva até hoje como esses quilombos, nos fazem refletir como algo que foi muito importante para o Brasil, pois foi dos quilombos que surgiu o grande guerreiro Zumbi dos Palmares. Quilombos que também contribuiu com a visibilidade, o fato de serem descendentes de escravos.
Por serem grandes batalhadores, é que até hoje lutam por um espaço na sociedade, e,além do mais,os descendentes mais velhos que contam sobre o tempo da escravidão e inicio de uma liberdade.
Escola Estadual Frfed Gedeon
Série: 2ª
Professor: Genivaldo pereira
Componentes: Karen, Gabriela, Lorena, Lucas, Lucimara, Luis Carlos, Maiana
Filme documentário: Quilombos da Bahia
Direção e roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
A Bahia é o centro cultural da história do negro. O quilombo tem a herança de todos que por lá passaram. Pessoas que trabalham todo dia, toda hora, cantando,dançando,brincando felizes sem preocupação com luz, com água, sem dor, epidemia, sem contato direto com as grandes feridas do mundo. Sentindo o verdadeiro sabor do ser negro. Não existe diferença social, não existe diferença de cor, idade, sexo, religião, mas existem pessoas que destroem esse sonho, essa luta. Fazendeiros em busca de terras destroem a herança de toda uma vida, tantos deuses, tantos santos, vindos da eterna influência negra. A herança dos quilombos é passada de geração em geração, deixando essa cultura presente nas historias, na música, na dança. O que mais impressiona é a tamanha humildade e felicidade de poder passar suas histórias além do quilombo, para que alguém mais que seus netos possam ouvir.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série: 2º ano A (vespertino)
Professor: Genivaldo Pereira dos Santos
Disciplina: História
Componentes: Naiara e Rilory
Proposta de Trabalho - Filme Documentário: QUILOMBOS DA BAHIA
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia
A história nos conta que desde o inicio da escravidão no Brasil, os negros foram muito maltratados, humilhados, tratados como animais, e sem “liberdade”. Mesmo depois da lei Áurea não mudou muita coisa, e eis que surge Zumbi dos Palmares para felicidade dos negros de quem eles esperou que lhes tolhia a sonhada liberdade. No filme Quilombos da Bahia é fácil perceber a simplicidade do povo Quilombola que são humildes até em falar. Muitos deles no seu olhar ainda havia temor ao falar “do cativeiro”.Vimos que o termo Quilombo é novo para eles, pois são pessoas de linguagem pobre, usam palavras como: cuma, vosmecê, parentesa,etc. Com a influência dos negros os quilombolas desenvolveram sua cultura, musicalidade, culinárias, danças e a religiosidade que era evidente em todas as casas dos Quilombos com uma fé muito diversa, um povo unido e companheiro “os Quilombolas”.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série: 2º Ano
Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: História
Cmponentes: Jerferson, Karolline, Jamile, Jailma, Jabson, Jackson, Indiana.
Proposta de Trabalho - Filme Documentário: QUILOMBOS DA BAHIA
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
No dia 20 de novembro, foi o dia da morte de Zumbi. E no Brasil, é o dia nacional da consciência negra, que foi dedicado para afirmar os valores dessa cultura tão rica e tão importante para o povo brasileiro.
Neste dia acontecem manifestações contra o preconceito e homenagens a todos que, de alguma forma lutaram pela cultura negra. E nós baianos temos muitas influências dos negros através de: modo, culinária, dança música e etc.
Escola Estadual Fred Gedeon Série: 2ºano
Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: História
Componentes:Dalila,Dalila,Edvaldo,Emerson,Fabiana,Fábio,Fiama.
Proposta do trabalho - Filme documentário: QUILOMBOS DA BAHIA
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
A liberdade é uma conquista humana que reclama seus direitos, onde quer que viva o ser humano, e os negros quilombolas não seriam exceção a essa regra.
A palavra denominada quilombo nos trás a idéia, de um povo que vem sobrevivendo dignamente ao longo dos tempos. De um povo que vem mostrando a sua cultura, suas danças, religiões e diversos costumes que não deixou que essa beleza se perdesse com o tempo.Esses Quilombos são resultados de uma colonização. Pois esses negros foram torturados, massacrados e viviam escravizados e por sua fome de liberdade decidiram fugir e formar os quilombos. Assim trazendo sua cultura para a Bahia, e que sobrevive até hoje.
Hoje demonstra e prova que são o povo trabalhador e cultural, e que mesmo sofrendo tudo que eles sofreram não deixaram se abater e que apenas querem viver como qualquer cidadão, e com o mais importante de tudo “sorrindo” a alegria da liberdade.

Escola Estadual Fred Gedeon
Série: 2ºano Professor: Genivaldo Pereira
Disciplina: História
Componentes:Adriana,Adriano,Ageu,Andressa,Carolina,Chrisllany,Cleidiane
Proposta do trabalho- Filme documentário: QUILOMBOS DA BAHIA
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Tarefa: Registro das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
Os Quilombos representaram uma das formas de resistência e combate a escravidão. Como na Bahia reúne vários descendentes de negros, o estado apresenta um grande número desses grupos. Apesar de não serem favorecidos pela ajuda do governo, o que mais nos chama atenção é que eles não passam fome, são felizes e se alimentam devido a sua rica cultura de alimentos, isso por que é um povo muito trabalhador. Pode se notar no olhar desses quilombolas, um olhar puro e orgulhoso, pois é uma prova que tem prazer de serem independentes e que mesmo com um antepassado sofrido da escravidão, o espaço a liberdade valeu a pena após resultar nesses grupos que resgataram o modo de viver deixado na África, para formação da rica cultura afro-brasileira. Com a conquista da liberdade os negros passaram a viver com dignidade, podendo assim usufruir do livre arbítrio, e com isso passaram a conquistar um espaço na sociedade, resgatando assim sua forma livre de viver.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A Pré-História

Do ponto de vista formal, a expressão “pré-história” designa tudo que houve antes da história humana se desenrolar. Na prática, esse mesmo termo abarca o período que vai desde o surgimento da vida da Terra, a evolução da espécie humana, indo até o aparecimento da escrita. Dessa forma, percebemos uma curiosa contradição: como o termo pré-história é utilizado para se definir um tempo em que os seres humanos já existiam na Terra?

Para compreender essa contradição, devemos conhecer quem foram os responsáveis pela existência do padrão que convenciona o período pré-histórico. Tal concepção apareceu precisamente junto aos historiadores do século XIX, que acreditavam que o estudo do passado só era possível por meio de documentos escritos. Dessa forma, julgavam que a compreensão do passado pré-histórico não poderia se sustentar em bases verdadeiras.
Atualmente, esse tipo de compreensão acabou perdendo espaço para outras formas de recuperação do passado. Muitos historiadores passaram a ver que as fontes que documentam o passado não se resumem aos documentos escritos. As manifestações artísticas, a oralidade, a cultura material e outros vestígios podem se entregar no entendimento do passado. Com isso, o mundo pré-histórico deixou de ser visto como um tempo “destituído de história”.
Fonte: http://www.brasilescola.com/historiag/a-pre-historia.htm

A importância da História

O estudo da História é importante porque nos dá condições de entender as estruturas econômicas, sociais, políticas, religiosas, ideológicas e jurídicas da sociedade em que vivemos.
A partir do estudo do passado podemos entender o processo de transformação da natureza, realizado pelo acúmulo de conhecimento dos homens, e que possibilitou mudanças substanciais no modo de vida da humanidade e no próprio homem, além de abrir horizontes de transformações em nossa sociedade.
O contato com civilizações e grupos sociais, que viveram em espaços e tempos diferentes do nosso, nos auxilia no sentido de apreendermos que as formas de produzir a sobrevivência variam na História.
Mas é justamente essa necessidade constante de adaptar e adaptar-se à natureza que nos torna animais diferentes dos demais.
Nós, homens, ao transformarmos a natureza, estamos produzindo cultura, portanto, criando sociedades que se estabelecem sobre critérios não meramente biológicos.