O homem não vive somente de pão; a História não tinha mesmo pão; ela não se alimentava se não de esqueletos agitados, por uma dança macabra de autômatos. Era necessário descobrir na História uma outra parte. Essa outra coisa, essa outra parte, eram as mentalidades\" Jacques Le Goff

sábado, 30 de abril de 2011

A Origem do Fascismo

Colégio Estadual Fred Gedeon

História – II Unidade - 3º Ano – Ensino Médio – 2011

A Origem do Fascismo

O fascismo é um regime autoritário de extrema-direita desenvolvida por Benedito Mussolini, a partir de 1919 na Itália.
O termo fascismo deriva de fascio, nome do grupo político que surgiu na Itália no fim do século XIX e começo do século XX.

Os fascistas, em 1922, organizaram uma marcha sobre Roma, pois pretendiam tomar o poder militarmente e ocupar prédios públicos e estações ferroviárias, exigindo a formação de um novo gabinete.
Os fascistas, em 1923, passaram a desenvolver um programa de separação da igreja do estado, um exército nacional, um imposto progressivo, desenvolvimento de cooperativas e principalmente a república italiana.

O fascismo na Itália foi estabelecido uma década antes da chegada de Hitler (nazismo) ao poder, tendo em vista o contexto da Itália na Primeira Guerra e devido a um medo de que os esquerdistas tomassem o poder, Mussolini conseguiu chegar ao poder na Itália, como primeiro ministro italiano.

O fascismo de certa forma era resultado de um sentimento geral de medo e ansiedade dentro da classe média do pós-guerra, devido convergências de pressões inter-relacionadas de ordem econômica, política e cultural.

As principais características do fascismo foram:

- nacionalismo: exaltação do país italiano que coloca como país supremo em termos de desenvolvimento;
- cerceamento da liberdade civil: pois trata-se de um regime autoritário;
- Unipartidarismo: o único partido permitido pelo governo era o próprio partido fascista;
- Derrota dos movimentos de esquerda;
- limitação ao direito dos empresários de administrar sua força de trabalho.

Mesmo com a exaltação da nação e muitas vezes da raça acima do indivíduo, o fascismo não chegou a ser semelhante igual ao nazismo que utilizava violência e práticas modernas de propaganda e censura para suprimir pela força a oposição política e econômica severa e sustentar o nacionalismo utilizando práticas de xenofobias.
O modelo econômico adotado pelo fascismo foi eficiente na modernização da economia industrial e na diminuição do emprego.

Fonte: http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/fascismo.htm

1 - Pontue os principais pontos que o grupo achar relevante,sobre o tema, identificando seus principais aspectos que acharem negativos.

Obs.: Não esqueça de colocar as fontes, caso faça pesquisas em outras bibliografias.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Por mínimo de R$ 545, Dilma decide corrigir tabela do IR

Na semana em que tenta emplacar no Congresso o salário mínimo de R$ 545, o governo decidiu que irá corrigir em 4,5% a tabela do Imposto de Renda para 2011, informa reportagem de Ana Flor, publicada nesta segunda-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

O reajuste da tabela significa que o trabalhador vai pagar menos imposto.

Em outras palavras, o governo aceita arrecadar menos para evitar o impacto nas contas de um mínimo acima dos R$ 545 --o salário é base para o pagamento de aposentadorias pelo INSS.

A votação do mínimo, marcada para quarta-feira, será o primeiro teste de fidelidade da base aliada do governo de Dilma Rousseff. Com a correção da tabela, o Planalto avalia que poderá convencer parte da base descontente com os R$ 545.

As centrais, que defendiam uma correção do IR em 6,46%, não têm seu pleito atendido integralmente, mas conseguem manter uma regra que deixou de valer no ano passado.

As correções da tabela do IR em 4,5% ao ano de 2007 a 2010 foram adotadas após acordo para impedir que a reposição salarial pela inflação fosse tributada. O acordo não valia para 2011.

O anúncio será feito após a votação do mínimo e está condicionado à aprovação do valor proposto.

Leia a reportagem completa na Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.

Governo confirma correção da tabela do IR em 4,5%

O ministro Luiz Sérgio (Relações Institucionais) confirmou na tarde desta quinta-feira (24.02.11) que o governo publicará nos próximos dias a MP (medida provisória) que corrige em 4,5% a tabela do Imposto de Renda de 2011.

A Folha antecipou na semana passada que o governo corrigiria a tabela em 4,5% caso o Congresso aprovasse o salário mínimo de R$ 545. Na prática, a correção faz com que o trabalhador pague menos imposto.

Segundo Luiz Sérgio, a presidente Dilma Rousseff pediu a redação da MP ao ministro Guido Mantega (Fazenda). Há a possibilidade de que ela seja enviada ainda nesta semana ao Congresso.

"A presidente já determinou ao ministro Mantega que prepare a MP [com reajuste] de 4,5%", disse.

Segundo fontes do Planalto, a preocupação agora é garantir que o texto da MP não seja modificado. Isto porque as centrais sindicais gostariam de ver a tabela corrigida em 6,46%, referente à inflação acumulada em 2010 medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que abrange famílias com renda entre 1 e 6 salários mínimos.

Os 4,5% determinados pelo governo dizem respeito ao centro da meta de inflação. Um reajuste, mesmo abaixo do que desejam os sindicalistas, é considerada uma flexibilização do governo nas negociações, uma vez que não havia obrigação de corrigir a tabela neste ano.

As correções da tabela do IR em 4,5% ao ano de 2007 a 2010 foram adotadas após acordo para impedir que a reposição salarial pela inflação fosse tributada. O acordo não valia para 2011.

Com a correção em 4,5%, a faixa de isenção do IR passará de R$ 1.499 para R$ 1.566. Estudos mostram, entretanto, que a defasagem na tabela do IR de 1995 até 2010 é de 64,1%.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/880587-governo-confirma-correcao-da-tabela-do-ir-em-45.shtml


Crise líbia faz petróleo disparar e provoca queda das Bolsas

Os preços do petróleo continuam subindo e as Bolsas registravam quedas nesta quinta-feira devido ao temor provocado nos mercados pela revolta líbia e seu possível contágio a outros países do mundo árabe.

O barril de Brent do Mar do Norte para entrega em abril aproximou-se dos US$ 120 nesta quinta-feira pela manhã no ICE (InterContinental Exchange) de Londres, seu mais alto patamar desde setembro de 2008.

Às 15h50 de Brasília, estava cotado em US$ 114,64, alta de 3% em relação ao fechamento de quarta-feira.

Nessa mesma hora, no Nymex (New York Mercantile Exchange), o barril de WTI (West Texas Intermediate, denominação do 'light sweet crude' negociado nos EUA) para entrega em abril subia 1,5% aos US$ 99,63, depois de ter alcançado os US$ 103,41 por barril no fim dos pregões asiáticos, seu preço mais elevado desde setembro de 2008.

"A continuação dos distúrbios no norte da África e no Oriente Médio e a diminuição da produção na Líbia continuam impulsionando fortemente os preços do petróleo", estimaram os analistas da Commerzbank.

David Hart, da Westhouse Securities, afirmou, por sua vez, que na Líbia "a produção de petróleo de alta qualidade foi afetada de forma importante pelo êxodo de pessoal estrangeiro".

CRISE

A Líbia, membro da Opep (Organização de Países Exportadores de Petróleo), é um dos quatro principais produtores africanos, com uma produção de 1,69 milhão de barris diários, dos quais exporta 1,49 milhões, a grande maioria (85%) para a Europa, segundo a AIE (Agência Internacional de Energia).

Devido à violência, a produção reduziu-se conjuntamente de 1,2 milhão de barris diários para um quarto desse total, estimou nesta quinta-feira o presidente da petroleira italiana ENI, Paolo Scaroni.

A ENI reduziu sua produção líquida em mais da metade, para 120 mil barris, assim como a Repsol, que está produzindo apenas 160 mil barris conjuntamente com a companhia nacional NOC, segundo seu presidente Antonio Brufau.

Outras companhias petroleiras que operam no país também anunciaram desaceleração da produção, como a alemã Wintershall e a francesa Total.

Além disso, "não está claro se alguma exportação de petróleo está saindo da Líbia", afirmou David Hufton, analista da PVM Oil Associates.

Além da Líbia, o mercado teme sobretudo um contágio em outros produtores mais importantes da região.

No entanto, o ministro argelino de Energia, Yucef Yusfi, tentou diminuir as preocupações, assegurando que a Opep só atuará caso haja uma "perturbação real e comprovada" do mercado.

A instabilidade na Líbia continuou pesando também sobre as Bolsas.

Pelo terceiro dia consecutivo, a Bolsa de Nova York operava nesta quinta-feira em baixa na metade do pregão, com o Dow Jones perdendo 0,53% e o Nasdaq, 0,02%.

Na Europa, a maioria das praças fechou no vermelho. Em Frankfurt, o índice Dax perdeu 0,89%, a 7.130,50 pontos. Em Paris, o CAC 40 fechou o pregão em baixa de 0,09%, pouco acima da barreira dos 4.000 pontos (4.009,64), e em Londres o Footsie 100 caiu 0,06%, a 5.919,98 pontos.

A Bolsa de Madri subiu, por outro lado, 0,13%, com o Ibex-35 a 10.647,6 pontos.

Anteriormente, na Ásia, Tóquio perdeu 1,19% e Hong Kong, 1,34%.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/880560-crise-libia-faz-petroleo-disparar-e-provoca-queda-das-bolsas.shtml


Gaddafi contra-ataca no oeste; oposição controla poços de petróleo.

Mercenários estrangeiros e milícia leal ao ditador líbio, Muammar Gaddafi, tentam nesta quinta-feira(24.02.11) conter o avanço da oposição sobre seu reduto na capital Tripoli e atacaram duas cidades próximas em confrontos que deixaram ao menos 15 mortos.

A oposição, contudo, continua cada vez mais forte e já controla uma base militar aérea e importantes centros de produção de petróleo.

Os mais violentos combates ocorreram em Zawiya, a 50 km oeste de Tripoli. Uma unidade do Exército ainda leal a Gaddafi abriu fogo com armas automáticas contra uma mesquita onde moradores --alguns armados com rifles-- declararam apoio aos protestos na capital.

As tropas destruíram o minarete da mesquita com uma arma de combate a aviões. Não há números oficiais, mas um médico de uma clínica local disse ter visto ao menos dez corpos, todos com tiros na cabeça e no peito, assim como 150 feridos. O site de notícias líbio Qureyna diz que ao menos 23 morreram e muitos dos feridos não puderam ir ao hospital sob o risco de serem mortos por "mercenários e forças de segurança".

Uma testemunha disse que um dia antes um enviado de Gaddafi foi à cidade avisar aos manifestantes que deixassem o local ou enfrentassem o massacre.

Depois do ataque, milhares se reuniram na praça dos Mártires, ao lado da mesquita Souq, para gritar palavras de ordem como "saía". "As pessoas vieram para enviar uma mensagem clara: nós não temos medo da morte ou das suas balas", disse uma testemunha, citada pela agência de notícias Associated Press.

Horas após o tiroteio em Zawiya, Gaddafi estava de volta à TV estatal para um discurso no qual lamentou as vítimas e atribuiu a revolta à rede terrorista Al Qaeda e a adolescentes que tomaram "leite com Nescafé e alucinógenos".

"Que vergonha, povo de Zawiya, controle seus filhos", disse. "Eles são leais a [Osama] bin Laden. O que vocês tem a ver com Bin Laden, povo de Zawiya? Eles estão explorando seus jovens. Eu insisto que é Bin Laden".

Zawiya, cidade estrategicamente próxima ao porto e às refinarias de petróleo, é a última das cidades a ser dominada pela oposição desde que a rebelião começou, em 15 de fevereiro. O último balanço aponta que ao menos 300 morreram.

Segundo o "Quryna", outro batalhão liderado pelo próprio filho de Gaddafi atacou a localidade de Mesrata, no leste de Trípoli. Mas os rebeldes resistiram e obrigaram os militantes a fugir.

Ao sudeste da Líbia, outra cidade, Al Koufra, foi colocada sob controle dos rebeldes, explica o jornal. Eles destruíram todos os símbolos do regime e desmantelaram as forças de segurança.

A maior parte do leste da Líbia já está sob controle da oposição e aumenta a cada hora o número de diplomatas e ministros que abandonam o governo de 42 anos de Gaddafi. O ditador ainda está sob firme controle da capital, algumas cidades dos arredores, o desértico sul e partes esparsas do oeste.

A reação de Gaddafi foi a mais violenta na onda de revoltas que tomou o mundo árabe desde janeiro passado e derrubou os ditadores dos dois vizinhos da Líbia --Egito e Tunísia.

PETRÓLEO

Mais cedo, relatos de moradores da região leste da Líbia indicam que os opositores já tomaram o controle de importantes terminais de produção de petróleo no país, o que pode ameaçar o fluxo de fornecimento a diversos países e elevar a cotação do produto internacionalmente.

A turbulência no 12º maior exportador petrolífero do mundo já cortou pelo menos 400 mil barris por dia (bpd) da produção líbia normal de 1,6 milhão de bpd, de acordo com cálculos da Reuters.

Paolo Scaroni, executivo-chefe da grande petrolífera italiana Eni, disse que a queda na produção líbia é muito mais dramática que isso, estimando que o país está colocando 1,2 milhão de bpd a menos no mercado.

Os preços do petróleo continuam subindo e as bolsas registravam quedas nesta quinta-feira devido ao temor provocado nos mercados pela revolta líbia e seu possível contágio a outros países do mundo árabe.

O barril de Brent do Mar do Norte para entrega em abril aproximou-se dos US$ 120 nesta quinta-feira pela manhã no ICE (InterContinental Exchange) de Londres, seu mais alto patamar desde setembro de 2008. Às 15h50 de Brasília, estava cotado em US$ 114,64, alta de 3% em relação ao fechamento de quarta-feira.

Nessa mesma hora, no Nymex (New York Mercantile Exchange), o barril de WTI (West Texas Intermediate, denominação do "light sweet crude" negociado nos EUA) para entrega em abril subia 1,5% aos US$ 99,63, depois de ter alcançado os US$ 103,41 por barril no fim dos pregões asiáticos, seu preço mais elevado desde setembro de 2008.

A Líbia, membro da Opep (Organização de Países Exportadores de Petróleo), é um dos quatro principais produtores africanos, com uma produção de 1,69 milhão de barris diários, dos quais exporta 1,49 milhões, a grande maioria (85%) para a Europa, segundo a AIE (Agência Internacional de Energia).

AMEAÇA

Em seu discurso na TV, Gaddafi alertou que as revoltas podem interromper o fornecimento do combustível ao exterior. "Se os cidadãos não voltarem a trabalhar, se cortará o fornecimento de petróleo", disse o ditador à TV estatal, em uma aparente tentativa de conquistar apoio internacional.

Os relatos ainda são desencontrados e há testemunhas dizendo tanto que a produção está protegida pelos rebeldes quanto que os opositores já interrompem a produção em determinados locais.

O engenheiro mecânico Moustafa Raba'a, que trabalha com a indústria petrolífera Sirte, afirmou ao jornal britânico "Guardian" que "todos os poços de petróleo da região sul" da Líbia já estão em controle dos rebeldes.

"A ordem divulgada é que devemos mandar uma mensagem para Gaddafi parar de massacrar nosso povo em Benghazi. Tomamos a decisão de negá-lo o privilégio de exportar petróleo e gás para a Europa", disse ao "Guardian", acrescentando que somente no poço de Dregga, na região leste, o bloqueio já evitou que 80 mil barris por dia fossem exportados.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/880793-gaddafi-contra-ataca-no-oeste-oposicao-controla-pocos-de-petroleo.shtml


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

FLORESTA AZUL - HISTÓRIA E MEMÓRIA

O homem precisa conhecer a história de sua cidade e os futuros moradores, filhos da terra ou migrantes, precisam saber que Floresta Azul - Bahia hoje, bela como está já passou por inúmeras dificuldades e quem a levantou foram os próprios moradores que confiaram no seu potencial, mostrando que além do cacau ainda tem muito mais a oferecer.

Os estudos da história de Floresta Azul – Bahia pode resultar em descobertas importantes e grandes contribuições, com novas possibilidades que poderão servir de base para uma maior compreensão dos fenômenos históricos, favorecendo o contato direto com dados empíricos de pesquisa e fatos concretos, reais, com a finalidade de mostrar o processo inicial para a emancipação do município de Floresta Azul - Bahia.

Nesse contexto serão trabalhados de forma precisa os personagens envolvidos nesse processo e que marcaram épocas, visando abordar fatos e acontecimentos considerados significativos, com o intuito de preservar a memória local e construir novos conhecimentos sobre o passado, tendo em vista uma maior compreensão da história local, utilizando de reflexões e estudos de “história” e “memória”.

O município de Floresta Azul, localizada em zona cacaueira da região sul da Bahia, emancipada em 23 de abril de 1962, quando se deu a primeira gestão política da nova cidade, sendo iniciada a organização das atividades administrativas do município, daí a necessidade da ação prática da pesquisa como reconhecimento do local (re) descobrimento da cidade cultivando sua história, florescendo a sua identidade.

O interesse pela temática da história local, decorreu da experiência desenvolvida como professores de História no município de Floresta Azul - Bahia, bem como pela convivência com uma comunidade que se encontra carente de dados históricos da mesma.

Cabe salientar que a motivação da escolha do tema “Floreta Azul: História e Memória” se devem a preocupação em preservar a biografia da cidade, resgatando a sua memória e a história dos grandes emancipadores que lutaram e gritaram para sua independência política.

O Objetivo geral é identificar os atores sociais envolvidos no processo de emancipação e desenvolvimento da cidade, favorecendo o acesso ao conhecimento de fatos históricos da mesma, através de interpretação da ação política realizada no local, são os objetivos traçados para o desenvolvimento da pesquisa, a qual será fundamentada por historiadores como Jacques Le Goff, Paul Thompson e Antonio Torres Montenegro.

Partindo do pressuposto de que tudo tem um ou mais objetivos considerados como específicos, o estudo irá trabalhar com os seguintes: Produzir documento da memória local; Identificar os atores sociais envolvidos no processo de emancipação e desenvolvimento da cidade; Favorecer o acesso ao conhecimento de fatos históricos da mesma, através de interpretação da ação política realizada no local e perceber em que tempo e espaço se deu o processo de emancipação com identificação dos seus autores sociais envolvidos e como cada um contribuiu para que esse fato histórico pudesse se consolidar.

Assim, não pode deixar de existir as hipóteses de tão nobre trabalho como: A necessidade de independência econômica e política influenciaram a emancipação política de Floresta Azul e se houve participação de populares no processo emancipatório e pós-emancipatório da cidade.

Trecho da Monografia de Genivaldo Pereira,Juscélia Sirqueira e Maria Socorro, intitulado

FLORESTA AZUL: HISTÓRIA E MEMÓRIA . PROCESSO DE EMANCIPAÇÃO E SEUS PERSONAGENS - PUC-RIO.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

MINHA FLORESTA AZUL DE BELAS PAISAGENS

Se entendermos que conhecemos nossa memória pessoal somente do interior, e a memória coletiva do exterior, haverá, com efeito, entre uma e outra, um vivo contraste.

(HALBWACHS, 2004, p. 59)

A história de um povo tem início, presente e consequentemente futuro, não sendo diferente da história de uma cidade, que foi construída por pessoas que lutaram desbravadamente para a melhoria de um lugar e consequentemente dos seus habitantes. Foi assim que surgiu a história de Floresta Azul - Bahia, através de lutas constantes de moradores que não queriam que “esse lugar” continuasse como “lugarejo” e sim, como “cidade”.

Veja algumas paisagens da nossa cidade filmada no perímetro rural.Orgulho de uma cidade que faz jus ao seu nome.