O homem não vive somente de pão; a História não tinha mesmo pão; ela não se alimentava se não de esqueletos agitados, por uma dança macabra de autômatos. Era necessário descobrir na História uma outra parte. Essa outra coisa, essa outra parte, eram as mentalidades\" Jacques Le Goff

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A QUEDA DAS TORRES GEMEAS - 11 DE SETEMBRO DE 2001

Os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, chamados também de atentados de 11 de setembro de 2001, foram uma série de ataques suicidas coordenados pela Al-Qaeda aos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001. Na manhã daquele dia, 19 terroristas da Al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais a jato de passageiros.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Veja maiores detalhes no site:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataques_de_11_de_setembro_de_2001

O FENÔMENO TIRIRICA.

O que você acha do grande número de votos que o humorista Tiririca obteve nas Eleições de 03 de outubro de 2010? Você acha que os votos que ele adquiriu foi pela proposta apresentada(se é que apresentou) ou foram votos de protestos de brasileiros cansado dos políticos?

Uma coisa pode-se levar a reflexão: “Fica claro que, o povo está exausto de políticos e politicagem. Fica claro que, os brasileiros gostam da vida, do riso e do sorriso! Fica mais claro ainda que, há o exercício da Democracia!”
Cláudio Boriola é Consultor Financeiro, Presidente da Boriola Consultoria (www.boriola.com.br), especialista em economia doméstica e direito do consumidor.
Veja artigo completo no site:
http://www.roraimaemfoco.com/clio-boriola-colunistas-37/18757-artigo-o-fenomeno-tiririca-como-fica-claudio-boriola.html

sábado, 14 de agosto de 2010

IMPÉRIO BIZANTINO - CÓDIGO DE JUSTINIANO

Colégio Estadual Fred Gedeon
HISTÓRIA – 1º ANO
Tema: Império Bizantino

Algumas normas do Código de Justiniano:
Ninguém é forçado a defender uma causa contra a própria vontade.
Ninguém sofrerá penalidade pelo que pensa.
Ninguém pode ser retirado à força de sua própria casa.
Nada que não se permita ao acusado deve ser permitido ao acusador.
O encargo da prova fica com aquele que afirma e não com o que nega.
Um pai não pode ser testemunha competente contra um filho, nem um filho contra o pai.
A gravidade de uma ofensa passada não aumenta a do fato exposto.
Na aplicação de penalidades, deve ser levada em conta a idade e a inexperiência da parte culpada.
Trechos do Código de Justiniano. In: Moses Hads. Roma imperial. op.cit. P. 178
Na opinião do grupo, há alguma semelhança entre os trechos apresentados do Código de Justiniano e os atuais princípios jurídicos brasileiros? Discuta com o grupo e justifique sua resposta.

PRIMEIRA - SEGUNDA E TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Colégio Estadual Fred Gedeon
HISTÓRIA – 2º ANO
Primeira Revolução Industrial (1760-1860)
- A energia movida a vapor foi usada na extração de minério, na indústria têxtil e na fabricação de uma grande variedade de bens que, antes, eram feitos à mão. O navio a vapor substituiu a escuna e a locomotiva a vapor substituiu os vagões puxados a cavalo. O trabalho físico começou a ser transformado em força mecânica. Teve início o funcionamento do primeiro instrumento universal de comunicação quase instantânea, o telégrafo.
Segunda Revolução Industrial (1860-1900) - É caracterizada pela difusão dos princípios de industrialização em diversos países: França, Alemanha, Itália, Bélgica, Estados Unidos e Japão. O destaque ficou com a eletricidade e a química, resultando em novos tipos de motores (elétricos e à explosão), no aparecimento de novos produtos químicos e na substituição do ferro pelo aço. Houve o surgimento das grandes empresas - que, por vezes, se organizavam em cartéis (grupos de empresas que, mediante acordo, buscam determinar os preços e limitar a concorrência) -, do telégrafo sem fio e do rádio.
Logo após a Segunda Grande Guerra, a economia internacional começou a passar por profundas transformações. Elas caracterizam a Terceira Revolução Industrial, diferenciando-a das duas anteriores, uma vez que engloba mudanças que vão muito além das transformações industriais. Essa nova fase apresenta processos tecnológicos decorrentes de uma integração física entre ciência e produção, também chamada de revolução tecnocientífica. Os avanços da robótica e da engenharia genética são incorporados ao processo produtivo, que depende cada vez menos da mão-de-obra e cada vez mais de alta tecnologia, pautada por um princípio básico: a produção deve combinar novas técnicas com máquinas cada vez mais sofisticadas, a fim de produzir mais com menos recursos e menos mão-de-obra.Fonte: http://educacao.uol.com.br/geografia/terceira-revolucao-industrial-tecnologia.jhtm
Logo, há quem diga que estamos em plena “Terceira Revolução Industrial”. Então, na opinião de vocês que transformações poderiam enumerar que foram provocadas desde a Primeira Revolução Industrial? Comentem em poucas linhas.

FASCISMO - NAZISMO E STALINISMO

Colégio Estadual Fred Gedeon
HISTÓRIA – 3º ANO
Atividade em trio para ser feito no Blog da disciplina:
Visite o Blog: http://historiadialetica.blogspot.com e comentem a respeito do texto qu comparam o fascismo (Itália), o nazismo (Alemanha) e o stalinismo (URSS). Não é para faze copias da internet e sim um comentário do to a respeito do texto abordado. ( Atividade vale de 0 a 3 pontos).
Fascismo, nazismo e stalinismo tinham em comum o fato de serem regimes totalitários, com o Estado interferindo em todas as esferas de poder (política, economia e social), exigindo total submissão dos indivíduos. Nos três casos, o poder era centralizado nas mãos dos lideres que, para mantê-lo, faziam uso de todos os meios de controle, desde educação à opressão policial e militar.

domingo, 25 de julho de 2010

Projeto Cultural de Artistas de Floresta Azul

ALGUMAS FOTOS DO PROJETO:


Alunos do 1º Ano do Ensino Médio de 2007 realizaram uma exposição de trabalhos artísticos feitos por munícipes florestenses. A demonstração foi muito interessante, pois proporcionou oportunidade para que os alunos pudessem expor e conhecer trabalhos feitos por pessoas do município, que aconteceu no dia 20 de abril de 2007, no Colégio Estadual Fred Gedeon, sob a supervisão do Professor Genivaldo. Na oportunidade os alunos fizeram colocações sobre a Arte e a Culturas dos trabalhos locais, onde deixou aqueles que visitaram, muito curiosos e conhecendo tantas obras bonitas e que, feitas por pessoas da cidade.Foi prazeroso e gratificante.Parabéns alunos!







Mostra de Demonstração da Arte e Cultura do Pernambuco, Amazonas e Manaus.

VEJA ALGUMAS FOTOS DE UMA RICA AULA





Alunos do 2º Ano do Ensino Médio de 2007 realizaram uma Mostra Demonstrativa da arte e cultura dos Estados de Pernambuco, Amazona e Manaus. Foi uma aula diferente que aconteceu no dia 20 de abril de 2007, no Colégio Estadual Fred Gedeon, sob a supervisão do Professor Genivaldo. Na oportunidade eles fizeram colocações sobre a Arte e Cultura dos estados citados e, mostraram algumas dessas manifestações, através de danças, apresentações, mostruários culturais, etc. Foi prazeroso e muito informativo para a turma. Reconhecidamente prazeroso.







sábado, 24 de julho de 2010

CALENDÁRIO AFRO-BRASILEIRO

JANEIRO
01 - Dia Mundial da Paz01 - Independência do Haiti /180402 - Fundação da Irmandade do Rosário dos Homens Pretos, em São Paulo, SP /177103 - Fundação da União dos Homens de Cor de Porto Alegre, RS / 194306 - Circula pela primeira vez o jornal O Clarim da Alvorada, organizado por José Correia Leite e Jayme de Aguiar/ 192406 - Nascimento de Juliano Moreira, médico psiquiatra considerado pai da psIquiatria brasileira, em Salvador, BA / 187308 - Fundado o Congresso Nacional Africano - CNA - África do Sul /191315 - Nasce Martin Luther King Jr. / 192915 - O governo baiano suprime a exigência de registro especial para templos de ritos afro-brasileiros20 - Assassinado pela polícia portuguesa Amílcar Cabral, poeta revolucionário, lutador pela liberdade da Guiné e Cabo Verde 24 - Revolta dos Malês, na Bahia /1835 26 - Nasce Angela Davis, EUA29 - Morre José do Patrocínio, o "Tigre da Abolição" , jornalista negro e ativista da causa abolicionista31 - Nascimento, em 1582, de Nzinga, rainha de Angola de 1633 a 1663
FEVEREIRO
01 - Nascimento, em Minas Gerais, da antropóloga e filósofa Lélia Gonzalez, intelectual e militante / 193502 - Dia de Iemanjá06 - Nasce o cantor e compositor Bob Marley / 194507 - Nascimento de Clementina de Jesus da Silva, Valença/RJ /190209 - Nasce a escritora Alice Walker, na Geórgia, EUA / 194411 - Libertado Nelson Mandela, depois de 27 anos de prisão, na África do Sul /199012 - Nascimento de Arlindo Veiga dos Santos, acadêmico e primeiro Presidente da Frente Negra Brasileira (ver 16/9) / 190212 - Admitido o primeiro universitário negro na Universidade de Alabama - EUA /195613 - Assassinato de Patrice Lumumba - Congo /196114 - Morre a escritora Carolina Maria de Jesus, autora, dentre outros livros, de Quarto de Despejo18 - Morre o poeta, compositor, ator e teatrólogo Solano Trindade / 197419 - W.E.B. Dubois organiza o Primeiro Congresso Pan-africano em Paris / 191919 - Carter G. Woodson cria, nos EUA, a "Negro History Week", atualmente o "Black History Month" (Mês da História Negra) / 192621 - Morre assassinado Malcom X / 196523 - Nasce William Edward Burghardt Dubois, doutor em Filosofia e pai do pan-africanismo contemporâneo26 - As potências européias repartem o continente africano /188528 - Criação do Quilombhoje Literatura / 1980
MARÇO
02 - Ocorre o primeiro carnaval de escolas de samba do Rio de Janeiro, RJ / 193504 - Morreu o poeta Lino Guedes, em São Paulo, SP / 195106 - Gana é o primeiro país da África Negra a tornar-se independente/195706 - Abolição da escravatura no Equador / 185407 - Grande Marcha pelos direitos civis, de Selma à Montgomery, liderada por Martin Luther King, Jr. / 196308 - Dia Internacional da Mulher14 - Nasce Abdias do Nascimento, ex-senador, criador do teatro Experimental do Negro (ver 13/10) / 191414 - Morte do franciscano negro Santo Antonio de Categeró / 154921 - Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, em memória das vítimas do massacre de Shapeville, na África do Sul / 196021 - Zumbi dos Palmares é incluído na galeria dos heróis nacionais / 199721 - Independência da Etiópia / 197521 - Independência da Namíbia / 199022 - Abolição da escravatura em Porto Rico / 187325 - Nascimento de Aristides Barbosa, jornalista, educador e ex-militante da Frente Negra / 192030 - Os homens afro-americanos conquistam direito de voto nos EUA / 1870
ABRIL
01 - Primeiro Festival Mundial de Arte Negra, Dakar, Senegal / 196601 - Criação do Partido dos Panteras Negras, EUA / 196704 - Assassinato de Martin Luther King Jr., Memphis, EUA /196804 - Criação do bloco afro Agbara Dudu, Rio de Janeiro, RJ / 198204 - Independência do Senegal / 196005 - Nasce o grande capoeirista Vicente Ferreira Pastinha, "Mestre Pastinha" / 188805 - Nasce o compositor Joaquim Maria dos Santos, Donga, autor de Pelo Telefone, primeiro samba gravado07 - Dia da Mulher Moçambicana 12 - Nasce Esmeraldo Tarquínio, deputado estadual e prefeito de Santos / 192715 - Nasce o compositor do Hino à Bandeira, o negro Antônio Francisco Braga / 186819 - Independência de Serra Leoa / 196119 - Dia do Índio23 - Nascimento de Pixinguinha, músico / 189825 - O Bloco Afro Olodum é criado em Salvador, BA /197926 - Nasce Benedita da Silva, primeira mulher negra a ocupar o cargo de governadora / 194226 - Iniciam-se as primeiras eleições multirraciais na África do Sul / 199427 - Independência do Togo
MAIO
01 - Dia Mundial do Trabalhador03 - Nascimento do geógrafo Milton Santos, que revolucionou a Geografia, dando-lhe um enfoque humanista13 - Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo13 - Nascimento do escritor pré-modernista Lima Barreto / 188113 - Dia dos Pretos Velhos13 - Abolição da escravatura no Brasil / 1888 18 - Criação do Conselho Nacional de Mulheres Negras, no Rio de Janeiro / 195023 - Nascimento do poeta Carlos de Assumpção, autor do célebre poema Protesto25 - Criação da Organização da Unidade Africana - OUA / 196325 - Dia da Libertação da África, promovido pela ONU / 1972
JUNHO
05 - Dia de Solidariedade ao Povo Moçambicano06 - Morre o jamaicano Marcus Garvey, mentor do Pan-africanismo / 194021 - Nascimento de Luís Gama - jornalista, poeta e um dos gigantes da causa abolicionista / 183021 - Nascimento de Machado de Assis / 183924 - Nascimento de João Cândido, o "Almirante Negro", líder da Revolta da Chibata25 - Independência de Moçambique, África / 197526 - Independência da Somália / 196030 - Independência do Zaire, África/ 1960
JULHO
01 - Independência de Ruanda, África / 196001 - Independência de Burundi, África / 196202 - Nascimento de Franz Fanon, médico psiquiatra e revolucionário / 192102 - Nascimento de Patrice Lumumba / 192503 - Aprovada a Lei Afonso Arinos, colocando a discriminação racial como contravenção penal / 195103 - Independência da Argélia, África / 196205 - Independência de Cabo Verde / 197507 - Leitura, em frente ao Teatro Municipal, de carta aberta à nação contra o racismo, inaugurando o Movimento Negro Unificado Contra a Discriminação Racial (depois MNU) / 197808 - Fundação do Instituto de Pesquisas da Cultura Negra (IPCN), Rio de Janeiro / 197512 - Independência de São Tomé e Príncipe / 197515 - Ocorre a primeira Conferência sobre a Mulher Negra nas Américas, Equador / 198417 - O ator Grande Otelo recebe o título de Cidadão Paulistano / 197818 - Nascimento do líder sul-africano Nelson Mandela / 191824 - Nascimento do poeta Solano Trindade, em Pernambuco / 190825 - Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha 26 - Independência da Libéria, África/ 1846
AGOSTO
01 - Independência do Benin, África/ 197503 - Independência do Níger, África / 196007 - Independência da Jamaica / 196207 - Independência da Costa do Marfim / 196008 - Em Lagos (atual Nigéria) é registrado o primeiro ato de escravidão, por Portugal / 144410 - Morre o padre Batista, um dos fundadores do Instituto do Negro e dos Agentes de Pastoral Negros / 199112 - É publicado o manifesto dos conjurados baianos da Revolta dos Alfaiates, protestando contra os impostos, a escravidão dos negros e exigindo independência e liberdade / 179814 - Morre a Ialorixá Mãe Menininha do Gantois / 198615 - Independência do Congo, África / 196017 - Nascimento do pan-africanista Marcus Garvey / 188719 - Independência do Gabão / 196023 - Nascimento de José Correia Leite, fundador do jornal O Clarim da Alvorada / 190024 - Primeiro Congresso de Cultura Negra das Américas, na Colômbia / 197724 - Morte do abolicionista Luís Gama / 188228 - Primeira Marcha de Negros sobre Washington, em favor dos direitos civis, EUA / 196329 - Nascimento de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, escultor, entalhador e arquiteto
SETEMBRO
04 - Promulgação da lei Euzébio de Queiroz, extinguindo o tráfico de escravos no Brasil / 185007 - Criação do Grupo União e Consciência Negra do Brasil / 198110 - Morte do líder angolano Agostinho Neto / 197911 - Independência do Senegal, África / 196014 - É fundado o jornal O Homem de Cor, o primeiro da imprensa negra brasileira / 183316 - Fundação da Frente Negra Brasileira, maior entidade da primeira metade do século, primeiro partido político de afro-descendentes/ 193118 - Circula o primeiro número do jornal A Voz da Raça, jornal da Frente Negra / 193318 - Decreto do Presidente Getúlio Vargas diz que o Brasil precisa desenvolver, em relação à imigração, "as características mais convenientes de sua ascendência européia" 21 - Independência do Mali / 196022 - Libertação jurídica dos escravos nos EUA / 186222 - Independência do Mali, África / 196024 - Independência da Guiné-Bissau, África / 197327 - Dia dos Idosos28 - Aprovada a Lei do Ventre Livre / 187128 - Assinada a Lei do Sexagenário / 1885
OUTUBRO
01 - Independência da Nigéria, África / 196001 - Fundação, na PUC, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros - NEAFRO02 - Independência da Guiné, África / 195807 - Dia de Nossa Senhora do Rosário, patrona dos negros09 - Nascimento, em São Paulo, do poeta, ensaísta e crítico Mário de Andrade, de ascendência afro nem sempre lembrada / 189310 - Morre Francisco Lucrécio, Secretário da Frente Negra Brasileira, em São Paulo / 200111 - Nascimento do compositor e cantor Agenor de Oliveira, o Cartola / 1908 12 - Começa a devoção a Nossa Senhora Aparecida, quilombola negra, padroeira do Brasil, a partir de 171713 - É fundado o Teatro Experimental do Negro no Rio de Janeiro / 194414 - Martin Luther King Jr. recebe o Prêmio Nobel da Paz / 196416 - O arcebispo Desmond Tutu recebe o Prêmio Nobel da Paz / 198416 - Wole Soyinka torna-se o primeiro africano a receber o Prêmio Nobel de Literatura / 198624 - Nascimento de Esmeralda Ribeiro, poeta e uma das coordenadoras do Quilombhoje / 195824 - Nascimento do poeta e jornalista Oswaldo de Camargo, co -fundador do Quilombhoje / 193626 - Dia Nacional da Juventude31 - Nascimento de Luiz Silva - Cuti, poeta, dramaturgo e co-fundador do Quilombhoje / 1951
NOVEMBRO
01 - É criado o Bloco Afro Ilê Ayiê, Salvador, BA/ 197401 - Morte do escritor Lima Barreto / 192204 - O MNU declara o 20 de novembro Dia Nacional da Consciência Negra / 197810 - O governo Médici proíbe em toda a imprensa notícias sobre índios, esquadrão da morte, guerrilha, movimento negro e discriminação racial / 196911 - Independência de Angola / 1975 11 - Independência do Zimbabwe /198019 - Nascimento de Paulo Lauro - primeiro prefeito negro de São Paulo, SP / 190719 - Publicação de despacho de Rui Barbosa ordenando a queima de livros e documentos referentes à escravidão negra no Brasil19 - Lançamento do primeiro volume de Cadernos Negros /197820 - Morte de Zumbi, líder do quilombo dos Palmares /169520 - Dia Nacional da Consciência Negra20 - O grupo gaúcho Palmares declara o 20 como Dia do Negro / 197524 - Nascimento, em Santa Catarina, de Cruz e Souza, o maior poeta simbolista brasileiro / 1861
DEZEMBRO
02 - Dia Nacional do Samba02 - Nascimento de mestre Didi, em Salvador, BA02 - Nascimento de Francisco de Paula Brito, primeiro editor brasileiro, em Magé, RJ / 180905 - A Constituição proíbe negros e leprosos de frequentar escolas no Brasil / 182408 - Dia de Oxum10 - Comemoração da Declaração Universal dos Direitos Humanos12 - Independência do Quênia / 196320 - A lei 7437 condena o tratamento discriminatório no mercado de trabalho, por motivo de raça ou de cor29 - Nascimento, no Senegal, do Cheik Anta Diop, autor de um trabalho de revisão da história africana
Fontes:
- Agenda Afro-Brasileira 1997. Org.: Acácio S. Almeida / Lucilene Reginaldo- Calendário Beleza Negra. Org.: Greni. Grupo de reflexão sobre a vida religiosa, negra e indígena / CRB. Rio de Janeiro: Vozes 1998- Memória Afro-brasileira. Calendário 2002 do Conselho de Part. e Des. da Com. Negra de S. Paulo.

ORIENTAÇÕES E AÇÕES PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS

As feridas da discriminação racial se exibem ao mais superficial olhar sobre a realidade do país.(Abdias Nascimento).
Brasil - UM PAÍS DE MUITAS LEIS E DIREITOS LIMITADOS
Diante da publicação da Lei nº 10.639/2003, o Conselho Nacional de Educação aprovou o Parecer CNE/CP 3/2004, que institui as Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnico-Raciais e o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileiras e Africanas a serem executadas pelos estabelecimentos de ensino de diferentes níveis e modalidades, cabendo aos sistemas de ensino, no âmbito de sua jurisdição, orientar e promover a formação de professores e professoras e supervisionar o cumprimento das Diretrizes.Os trabalhos desenvolvidos durante as jornadas tivera como horizonte a construção do Plano de Ação para a Inserção das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, tomando como base os seguintes princípios:
Socialização e visibilidade da cultura negro-africana.Formação de professores com vistas à sensibilização e à construção de estratégias para melhor equacionar questões ligadas ao combate às discriminações racial e de gênero e à homofobia.Construção de material didático-pedagógico que contemple a diversidade étnico-racial na escola.Valorização dos diversos saberes.Valorização das identidades presentes nas escolas, sem deixar de lado esse esforço nos momentos de estas e comemorações.
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA – DETERMINAÇÕES.
A Obrigatoriedade de inclusão de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nos currículos da Educação Básica trata-se de decisão política, com fortes repercussões pedagógicas, inclusive na formação de professores. Com essa medida, reconhece-se que, além de garantir vagas para negros nos bancos escolares, é preciso valorizar devidamente a história e cultura de seu povo, buscando reparar danos que se repetem há cinco séculos, a sua identidade e a direitos seus. A relevância do estudo de temas decorrentes da história e cultura afro-brasileira e africana não se restringe à população negra, ao contrário diz respeito a todos os brasileiros, uma vez que devem educar-se enquanto cidadãos atuantes no seio de uma sociedade multicultural e pluriétnica, tornando-se capazes de construir uma nação democrática.É importante destacar que não se trata de mudar um foco etnocêntrica marcadamente de raiz européia por um africano, mas de ampliar o foco dos currículos escolares para a diversidade cultural, racial, social e econômica brasileira. Nesta perspectiva, cabe às escolas incluir no contexto dos estudos e atividades que proporcionam diariamente, também as contribuições histórico-culturais dos povos indígenas e dos descendentes de asiáticos, além das de raiz africana e européia.
Nilma Lino Gomes: “ as práticas educativas que se pretendem iguais para todos acabam sendo as mais discriminatórias. Essa afirmação pode parecer PARADOXAL, mas, dependendo do discurso e da prática desenvolvida, pode-se incorrer no erro da homogeneização em detrimento do reconhecimento das diferenças”.
Ao localizarmos o conceito e o processo da educação no contexto das coletividades e pessoas negras e da relação dessas com os espaços sociais, tornam-se imperativo o debate da educação a serviço da DIVERSIDADE, tendo como grande desafio a afirmação e a revitalização da auto-imagem do POVO NEGRO.
Como linha mestra da maioria das coletividades negas, o processo de educação ocorre a todo o tempo e se aplica nos mais diversos espaços. Afora isso, em resposta à experiência histórica do período escravista, a educação apresentou-se como um caminho fértil para a reprodução dos valores sociais e/ ou civilizatórios das várias nações africanas raptadas para o Brasil e de seus descendentes.
OS 118 ANOS QUE NOS SEPARAM DA LEI ÁUREA não foram suficientes para resolver uma série de problemas decorrentes das dinâmicas discriminatórias forjadas ao longo dos quatro séculos de regime escravocrata. Ainda hoje, permanece na ordem do dia a luta pela participação eqüitativa de negros e negras nos espaços da sociedade brasileira e pelo respeito à humanidade dessas mulheres e homens reprodutores e produtores de cultura.
EDUCAÇAO E DIREITOS HUMANOS – LEI Nº 10.639/2003
A III Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e as Formas Correlatas de Intolerância ( realizada em Durban – África do Sul de 31 de agosto a 7 de setembro de 2001) governamentais quanto não-governamentais e expressões de movimentos sociais interessadas em analisar as dinâmicas das relações raciais no Brasil, bem como elaborar propostas de superação dos escravos postos em relevo pela realização da conferência.
No Documento Oficial Brasileiro para a III Conferência, é reconhecida a responsabilidade histórica do Estado brasileiro “ PELO ESCRAVISMO E PELA MARGINALIZAÇÃO ECONÔMICA, SOCIAL E POLÍTICA DOS DESCENDENTES DE AFRICANOS”,Uma vez que :O racismo e as práticas discriminatórias disseminadas no cotidiano brasileiro não representam simplesmente uma herança do passado. O racismo vem sendo recriado e realimentado ao longo de toda a nossa história. Será impraticável desvincular as desigualdades observadas atualmente dos quase quatro séculos de escravismo que a geração atual herdou.Admitidas essas responsabilidades históricas, o horizonte que se abriu foi o da construção e da implementação do plano de ação do estado brasileiro para operacionalizar as resoluções de Durban, em especial as voltadas para a educação, quais sejam:· Igual acesso à educação para todos e todas na LEI e na PRÁTICA.· Adoção e implementação de leis que proíbam a discriminação baseada em raça, cor, descendência, origem nacional ou étnica em todos os níveis de educação, tanto formal quanto informal.· Medidas necessárias para eliminar os obstáculos que limitam o acesso de crianças à educação.· Recurso para eliminar,onde existam, desigualdades nos rendimentos educacionais para jovens e crianças.· Apoio aos esforços que assegurem ambiente escolar seguro, livre da violência e de assédio motivados por racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata.· Estabelecimento de programas de assistência financeira desenhados para capacitar todos os estudantes, independentemente de raça, cor, descendência, origem étnica ou nacional a freqüentarem instituições educacionais de ensino superior.
Mensagens:
Todas as meninas e todos os meninos nascem livres e têm a mesma dignidade e os mesmos direitos. Nenhuma vida vale mais do que a outra diante do fato de que todas as crianças e todos os adolescentes do planeta são iguais.
Vá em busca de seu povo.Ame-oAprenda com eleComece com aquilo que ele sabeConstrua sobre aquilo que ele tem.
Kwame N’Krumah Fonte: Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-Raciais – MEC- SECAD – 2006 – Brasília


ENSINO FUNDAMENTAL E DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL

PAPEL DA ESCOLA - Espaço privilegiado de inclusão, reconhecimento e combate às relações preconceituosas e discriminatórias.Apropriação de saberes e desconstrução das hierarquias entre as culturas.Afirmação do caráter multirracial e pluriétnico da sociedade brasileira.Reconhecimento e resgate da história e cultura afro-brasileira e africana como condição para a construção da identidade étnico-racial brasileira.
PAPEL DO / A PROFESSOR /A - Sujeito do processo educacional ao mesmo tempo aprendiz da temática e mediador entre o/ a aluno/ a e o objeto da aprendizagem, no caso, os conteúdos da história e cultura afro-brasileira e africana, bem como a educação das relações étnico-raciais.
ESTUDANTE - Sujeito do processo educacional que vive e convive em situação de igualdade com pessoas de todas as etnias, vendo a história do seu povo resgatada e respeitada.
RELAÇÃO DOCENTE-DISCENTE - Que respeita a/ a estudante como sujeito sócio-cultural.Que tenha o diálogo como um dos instrumentos de inclusão/interação.Que o(a) professor(a) esteja hierarquicamente a serviço dos(as) estudantes numa relação ética e respeitosa.
CURRÍCULO -Que contemple a efetivação de uma pedagogia que respeite as diferenças.Tratar a questão racial como conteúdo inter e multidisciplinar durante todo o ano letivo, estabelecendo, um diálogo permanente entre o tema étnico-racial e os demais conteúdos trabalhados na escola.
PROCESSOS PEDAGÓGICOS - Que reverenciam o princípio da integração, reconhecendo a importância de se conviver e aprender com as diferenças, promovendo atividades em que as trocas sejam privilegiadas e estimuladas.Que reconheçam a interdependência entre corpo, emoção e cognição no ato de aprender.Que privilegiem a ação em grupo, com propostas de trabalho vivenciadas coletivamente(docentes e discentes), levando em conta a singularidade individual.Que rompam com a visão compartimentada dos conteúdos escolares.
Fonte: Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-Raciais – MEC- SECAD – 2006 – Brasília

A CULTURA NEGRA EM SALA DE AULA

ERROS:
Abordar a história dos negros a partir da escravidão.Apresentar o continente africano cheio de estereótipos, como o exotismo dos animais selvagens, a miséria e as doenças, como a aids.Pensar que o trabalho sobre a questão racial deve ser feito somente por professores negros para alunos negros.Acreditar no mito da democracia racial.
ACERTOS
Aprofundar-se nas causas e conseqüências da dispersão dos africanos pelo mundo e abordar a história da África antes da escravidão.Enfocar as contribuições dos africanos para o desenvolvimento da humanidade e as figuras ilustres que se destacaram nas lutas em favor do povo negro.A questão racial é assunto de todos e deve ser conduzida para a reeducação das relações entre descendentes de africanos, de europeus e de outros povos.Reconhecer a existência do racismo no Brasil e a necessidade de valorização e respeito aos negros e à cultura africana.

UM HISTÓRICO DAS LUTAS E CONQUISTAS RECENTES

A ciência dos séculos 18 e 19 considerava que os brancos possuíam maior capacidade intelectual. Depois vinham os índios e, por último, os negros. Alguns estudos afirmavam que os negros se situavam abaixo dos macacos. "Qualquer que seja o grau dos talentos dos negros, ele não é a medida dos seus direitos", Thomas Jefferson (1743-1826), político americano.1948 - Uma das mais significativas experiências de mobilização negra foi o jornal Quilombo, editado no Rio de Janeiro. A edição nº 0, ano 1, trazia a seguinte afirmação: "Nos dias de hoje a pressão contra a educação do negro afroxou (sic) consideravelmente, mas convenhamos que ainda se acha muito longe do ideal".1949 - 1º Congresso do Negro Brasileiro. Temas abordados: sobrevivências religiosas e folclóricas; formas de luta (capoeira de Angola, batuque, pernada); línguas (nagô, gegê, língua de Angola e do Congo, as línguas faladas nos anos de escravidão).Década de 1950 - Iniciam-se os primeiros estudos sobre preconceitos e estereótipos raciais em livros didáticos no Brasil.Décadas de 1960 e 1970 - Os militares oficializaram a ideologia da democracia racial e a militância que ousou desafiar esse mito foi acusada de imitadora dos ativistas americanos, que lutavam pelos direitos civis. O mito da democracia racial persiste até hoje.Década de 1980 - Retomada dos estudos sobre preconceitos e estereótipos raciais em livros didáticos. Os resultados das pesquisas apresentam a depreciação de personagens negros, associada a uma valorização dos brancos.1984 - Em São Paulo, a Comissão de Educação do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra e o Grupo de Trabalho para Assuntos Afro-Brasileiros promoveu discussões com professores de várias áreas sobre a necessidade de rever o currículo e introduzir conteúdos não discriminatórios.1985 - A comemoração de 13 de maio foi questionada pela Comissão por meio de cartazes enviados às escolas do estado de São Paulo. O material também exaltava 20 de novembro como data a comemorar a consciência negra.1986 - A Bahia inseriu a disciplina Introdução aos Estudos Africanos nos cursos de Ensino Fundamental e Médio de algumas escolas estaduais atendendo a antiga reivindicação do movimento negro.1996 - Entre os critérios de avaliação dos livros didáticos comprados e distribuídos pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) foram incluídos aqueles específicos sobre questões raciais.1998 - Inclusão da Pluralidade Cultural entre os temas transversais nos Parâmetros Curriculares Nacionais.2003 - A publicação da Lei no10.639 tornou obrigatório o ensino da História da África e dos Afro-brasileiros no Ensino Fundamental e Médio.Fonte: estudos e pesquisas de Benilda Regina Paiva de Brito e Fúlvia Rosemberg

SUA ESCOLA COMBATE A DISCRIMINAÇÃO?

TESTE. Sua escola combate a discriminação?
1. A trajetória histórica do negro é estudada...
a. nas efemérides: 13 de maio, em agosto, no mês do folclore, e em 20 de novembro ( )
b. como conteúdo pedagógico amplamente explorado em sala de aula ( )
c. não é estudada ( )
2. Acredita-se que o racismo é para ser tratado...
a. como conteúdo nas várias áreas que possibilitem tratar o assunto ( )
b. pelos movimentos sociais ( )
c. quando acontece algum caso evidente na escola ( )
3. A cultura negra é...
a. estudada como rico folclore do Brasil ( )
b. um tema presente na proposta pedagógica da escola ( )
c. assunto de aula quando surge alguma notícia na imprensa ( )
4. O currículo...
a. baseia-se nas contribuições das culturas européias representadas nos livros didáticos ( )
b. aborda positivamente a diversidade racial e as verdadeiras contribuições de todos os povos ( )
c. procura apresentar aos alunos informação também sobre os indígenas e negros brasileiros ( )
5. Você, professor...
a. é neutro quanto às questões sociais, pois seu trabalho se baseia apenas nos conteúdos dos livros didáticos e manuais pedagógicos ( )
b. reavalia sua prática cotidiana e reflete sobre os valores e conceitos que traz introjetados sobre o povo e a cultura negra ( )
c. tem investido em formação e buscado informações sobre as questões raciais ( )
6. A abordagem das questões raciais...
a. não é feita com profundidade, pois a escola prioriza outras temáticas mais relevantes para nosso contexto ( )
b. é contextualizada na realidade dos alunos, promove uma análise crítica do assunto e visa a transformação dos conceitos preconceituosos ( )
c. não acontece, pois não é considerada assunto para a escola ( )
7. As diferenças culturais entre os diversos povos...
a. não são tratadas, pois não temos informações suficientes e o assunto é polêmico ( )
b. servem como reflexão para rever posturas preconceituosas e comparações hierarquizadas ( )
c. são mostradas como diversidade cultural brasileira ( )
8. As situações de desigualdade e discriminação presentes na sociedade...
a. são temas de reflexão para todos os alunos ( )
b. são discutidas apenas com os alunos discriminados ( )
c. são discussões estratégicas para conscientização dos alunos quanto à luta contra todas as formas de injustiça social ( )
9. Acredita-se que, para fortalecer o reconhecimento, a aceitação e o respeito à diversidade racial, deve-se...
a. promover o orgulho racial de seus alunos ( )
b. procurar não chamar a atenção para as visões estereotipadas sobre os negros em livros, produções e textos existentes no material didático ( )
c. promover maior conhecimento sobre as heranças culturais brasileiras ( )
10. A linguagem verbal utilizada no cotidiano escolar...
a. tem o poder de influenciar nas questões de racismo e discriminação ( )
b. se vale de expressões referentes à cor dos alunos, como neguinha ou negão ( )
c. não tem influência direta nas questões raciais ( )
11. Quanto ao trabalho escolar sobre a temática racismo...
a. alguns professores tratam o assunto em determinadas etapas do ano letivo ( )
b. existe um trabalho coletivo com a participação de todos, inclusive direção e funcionários ( )
c. existe resistência de alguns colegas para tratar a questão racial ( )
12. Na biblioteca da escola...
a. existem muitos e variados livros sobre a questão racial para alunos e professores ( )
b. existem poucos títulos sobre a questão racial ( )
c. não existe literatura que contemple a questão racial ( )
13. Quanto à capacitação sobre a questão racial, você...
a. ainda não teve oportunidade de estudar o assunto ( )
b. participou de alguns cursos e grupos de estudos sobre a questão racial ( )
c. tem procurado incorporar o assunto nas reuniões pedagógicas, grupos de estudos e momentos de formação ( )
Confira o resultado
1- a. 1 b. 2 c. 0
2- a. 2 b. 0 c. 1
3- a. 0 b. 2 c. 1
4- a. 0 b. 2 c. 1
5- a. 0 b. 2 c. 1
6- a. 1 b. 2 c. 0
7- a. 0 b. 2 c. 1
8- a. 1 b. 0 c. 2
9- a. 2 b. 0 c. 1
10- a. 2 b. 0 c. 0
11- a. 1 b. 2 c. 0
12- a. 2 b. 1 c. 0
13- a. 0 b. 1 c. 2
até 6 pontos Sua escola está na fase da invisibilidade.O tema ainda é tabu. Os alunos estão perdendo a oportunidade de formação de valores essenciais para uma convivência harmônica em sociedade. Que pena!De 7 a 18 pontos Sua escola está na fase da negaçãoO assunto racial está começando a ser discutido. É preciso que a maioria dos professores admita a existência do racismo na sociedade e no ambiente escolar. E que a verdadeira história de resistência do povo negro sirva de exemplo de luta pela cidadania a todos os alunos.De 19 a 25 pontos Sua escola está na fase de reconhecimento Muito bem! Vocês estão no caminho certo! Reconhecem a necessidade urgente de transformar a escola em um espaço de combate ao racismo e a discriminação.26 pontos Sua escola está na fase do avançoParabéns! Vocês não temem o trabalho sobre as diferenças raciais e apresentam uma postura ética e humanista. A equipe está no caminho do aperfeiçoamento da prática pedagógica. E assim busca não fomentar o preconceito e a discriminação.
Adaptado do Almanaque Pedagógico Afrobrasileiro, Rosa Margarida de Carvalho Rocha, Ed. Mazza

LIVROS SOBRE A HISTÓRIA DA ÁFRICA

A África na Sala de Aula - Visita À História Comtemporânea Autor: Hernandez, Leila Leite Editora: Selo NegroGosto de Histórias de Ouvir da África Fabulosa Autor: Carvalho, Carlos Alberto de Editora: Imperial Novo MilênioÁfrica - Histórias de Lá e Daqui Autor: Santos, Joel Rufino dos Editora: GlobalHistória da África - Anterior aos Descobrimentos - Idade Moderna Autor: Giordani, Mario Curtis Editora: VozesA Escravidão na África - Uma História de Suas Transformações Autor: Lovejoy, Paul E. Editora: Civilização BrasileiraHistórias da África Autor: Mendonça, Marina Gusmão de Editora: LCTEÁfrica - Coleção Contador de Histórias de Bolso Autor: Brenman, Ilan Editora: ModernaDesvendando a História da África Autor: Macedo, Jose Rivair Editora: UFRGSHistórias da África Autor: Mhlophe, Gcina Editora: PaulinasA África Está em Nós - História e Cultura Afro-brasileira (volumes 1 e 2) Autor: Benjamin, Roberto Editora: Editora GrafsetA Descolonização da Ásia e da África - Coleção Discutindo a História Autor: Canedo, Leticia Bicalho Editora: Atual

quarta-feira, 9 de junho de 2010

ÁFRICA: AS DESIGUALDADES PERSISTEM

ÁFRICA: AS DESIGUALDADES PERSISTEM.
APESAR DOS INEGÁVEIS AVANÇOS, O PAÍS AINDA ENFRENTA ENORMES DESAFIOS. O PRINCIPAL É LIDAR COM A HERANÇA DEIXADA PELO REGIME DE SEGREGAÇÃO RACIAL. DURANTE OS MAIS DE 40 ANOS EM QUE O APARTHEID VIGOROU OS NEGROS NÃO TINHAM DIREITOS POLÍTICOS, VIVIAM EM ZONAS SEPARADAS E ERAM PROIBÍDOS ATÉ DE POSSUIR TERRAS.
Construção de um texto a partir do enunciado acima.

Escola Estadual Fred Gedeon
Alunos: André Nilson, Bruno Farias, Carlos Wesley, Jadler Luan e Markus Levi
Profº: Genivaldo Pereira
Série: 1º Ano A
Data: 08 de Junho de 2010

África: As Desigualdades Persistem

A libertação de Nelson Mandela, em 11 de fevereiro de 1990, precipitou a queda da apartheid e abriu caminho para a instauração da democracia na África do Sul. Vinte anos depois, o país continua lutando contra enormes desigualdades e a impaciência que domina as áreas pobres.
Do ponto de vista político, a mudança é radical. As leis de segregação foram abolidas, a democracia multirracial está consolidada e o país adotou uma das constituições mais liberais do mundo.
O Apartheid já foi abolido no papel, mas , continua existindo nos corações das pessoas (tanto negros quanto brancos).Porém, os africanos estão lutando para que esse fato seja totalmente apagado de suas memórias.
A pobreza teve os efeitos difundidos, incluindo baixas na esperança de vida, violência, e instabilidade. Ao redor das décadas, houve muitas tentativas mal sucedidas de melhorar as economias de países africanos individualmente. A taxa de mortalidade infantil no país caiu de 247,06 mortes a cada mil nascimentos vivos para 14 crianças em 2010. Um terço das mortes infantis ocorrem na África sub-saariana.
Apesar de a África apresentar uma situação crítica e caótica, neste ano irá sediar o maior evento futebolístico do Planeta - a Copa do Mundo. Sendo isso, apenas uma tentativa equivocada de acabar com a segregação racial no país e também uma tentativa de arrecadar mais fundos para as autoridades.
Ao invés da África investir milhões em estádios luxuosos para receber a Copa, esse dinheiro seria bem melhor aplicado na infra-estrutura, economia, educação e vários outros fatores que assolam e limitam o sucesso de um país tão rico em: cultura, tradições, culinária, minérios e etc.

COLÉGIO ESTADUAL FRED GEDEON
ALUNOS: JOYCE, LARISSA, JOSÉ RYAN E RUAN.
PROFESSOR: GENIVALDO PEREIRA
SÉRIE: 1°A

ÁFRICA: AS DESIGUALDADES PERSISITEMO APARTHEID DUROU MAIS DE 40 ANOS, SENDO ABOLIDO EM 1990, ESSE REGIME DE SEGREGAÇÃO RACIAL DESIGNAVA QUE OS BRANCOS DETINHAM O PODER E OS NEGROS ERAM OBRIGADOS A VIVER SEPARADOS DOS BRANCOS.
HOJE EM DIA AS CONSEQUENCIAS DO APARTHEID AINDA EXISTEM,NA ÁFRICA DO SUL, VÁRIOS CONFLITOS ACONTECEM,OS NEGROS QUEREM OS SEUS DIREITOS, MAS ALGUNS DELES NÃO SABEM PROTESTAR DO JEITO CERTO.
NÃO PODEMOS DEIXAR DE FALAR DE NELSON MANDELA, ELE FOI UM GRANDE LIDER DAS FORÇAS DE RESISTENCIA, E LUTOU MUITO PARA QUE BRANCOS E NEGROS TIVESSEM O MESMO DIREITO.
O APARTHEID AINDA ESTÁ MUITO VIVO NAS PESSOAS, OS PRÓPIOS NEGROS TRATAM OS OUTROS DIFERENTES, COMO SE O APARTHEID TIVESSE FEITO UMA LAVAGEM CEREBRAL NOS MESMOS.
O POVO SUL-AFRICANO AINDA TEM MUITO QUE APRENDER, COMO DISTRIBUIR AS RIQUEZAS, ABOLIR A CARRUPÇÃO, E ENTRE OUTROS.
TEMOS EM DESTAQUE A COPA DO MUNDO NA ÁFRICA QUE DEVERIA SE PREOCUPAR COM OUTROS VALORES MAIS IMPORTANTES, COMO A QUALIDADE DE VIDA DOS AFRICANOS DO QUE GASTAR MILHOẼS COM UM GRANDE EVENTO, O QUE MAIS PARECE É QUE ELES QUEREM PROVAR QUE ELES SÃO CAPAZES DE PROMOVER UM EVENTO DE GRANDE TAMANHO COM É A COPA DO MUNDO, ENQUANTO OS AFRICANOS PASSAM FOME, TEM PROBLEMAS DE SANEAMENTO BÁSICO ENTRE OUTROS. TODOS GOSTAM DA COPA, MAS DEVEMOS PENSAR NAS CONSEQUENCIAS QUE OS AFRICANOS SOFREM POR CAUSA DELA.

Colégio: Estadual Fred Gedeon
Data: 08 de Junho de 2010
Professor: Genivaldo Pereira Série: 1° Ano B
Alunos: Geraldino, Marcos Roberto,Nilton e Valber.
A África do Sul
Apesar da África do Sul eleger enormes desafios na década do apartheid, podemos observar que o mundo mudou muito depois daquela época. A áfrica foi o país escolhido para realizar a copa do mundo de 2010. A África do Sul foi uma região dominada por colonizadores de origem inglesa e holandesa que, após a Guerra dos Boeres (1902) passaram a definir a política de segregação racial como uma das fórmulas para manterem o domínio sobre a população nativa. Em 1994 foram realizadas eleições presidenciais livres que deu á vitória a Nelson Mandela, o príncipe da etnia, que ocupou por 27 anos uma das celas do presídio central de Johnesburgo como preso político. Nelson Mandela foi o primeiro presidente negro de um pais que foi colonizado por Ingleses, assim foi marcado um novo período da África do Sul. Os negros, sendo um contingente de 70% da população, foram excluídos de tudo, menos uma pequena proporção do país, a não ser que eles tivessem um passe, o que era impossível, para a maioria, conseguir. A implementação desta política resultou no confisco da propriedade e remoção forçada de milhões de negros. O apartheid não permitia o acesso dos negros às urnas, além de não poderem adquirir terras na maior parte do país, obrigando os negros a viverem em zonas residenciais segregadas, uma espécie de confinamento geográfico. Casamentos e relações sexuais entre pessoas de diferentes etnias também eram proibidos. Vinte anos depois da libertação de Nelson Mandela, a África do Sul é uma democracia vibrante, mas ainda tem milhões de pessoas vivendo na pobreza e buscando uma liderança capaz de confrontar os problemas econômicos. A África do Sul também tem um dos maiores índices de criminalidade do mundo, e uma das maiores quantidades de portadores do vírus da Aids. A disparidade de renda entre os grupos raciais cresceu desde 1995, e o Banco Mundial descreve a África do Sul como um país com [diferenças extremas em termos de renda e riqueza].

Colégio Fred Gedeon
Data: 09/06/10
Profº:GenivaldoAlunas:Tainana,Elisângela,Rebeca e Jackleline
África - as desigualdades persistem

Um dos maiores continentes existentes, a África é taxada sempre como país dos negros, ou terra da selva ou coisas desse tipo, o preconceito com que se olha para o continente africano é sempre existente, e na maioria das vezes as pessoas não param pra pensar, que são seres humanos iguais a todas as outras pessoas dos demais continentes, querendo ou não ninguém nunca pensa igual quando pensa na América, e no continente africano, mas os moradores da África não são menores do que nenhum outro povo, eles muito pelo contrario têm se mostrado capazes de vencer as barreiras do preconceito e da discriminação, a segregação racial insiste em atacá-los, durante os 40 anos em que o apartheid vigorou os negros não podiam, fazer nada que envolvesse os brancos,era uma raça separada,vista até como animais,mas mesmo que muito disso ainda tenha restado, eles cada dia mais vencem os obstáculos que os impedem de tomar seus direitos, e conseguem transformar em alegria,sorrisos,criatividade.A imagem da África está mais mudada.pois será sede da Copa do Mundo, que é um campeonato mundial que agrega bastante valor ao país que a recebe, todos estão admirando o belo povo africano e seus costumes, mas com copa ou sem copa, a África sempre será um ótimo continente que serve de exemplo para todos.



ÁFRICA DO SUL - EM BUSCA DA VIRADA

ÁFRICA DO SUL – EM BUSCA DA VIRADA.
SEDE DA COPA DO MUNDO DE 2010, O PAÍS ENFRENTA O DESAFIO DE REDUZIR A GRANDE DESIGUALDADE ENTRE BRANCOS E NEGROS.
Redija Um texto partindo do enunciado acima.

Escola Estadual Fred Gedeon
Data: 06-06-10
Alunos: Abel, Camila, Fabiane, Aline.
Série: 2º ano A
África do Sul: Em busca da virada

Vivemos em meio às desigualdades, desigualdades essas que vem acontecendo em todo o decorrer da história. Entre todas elas, é destacável a racial, onde de acordo com a cor foi, e é julgado caráter, personalidade, honestidade.
Nesse ano de 2010, a África do Sul possui uma grande responsabilidade, pois será sede da Copa do Mundo; Ela que foi palco de horríveis cenas de racismo e preconceito, da forma mais brutal possível. O seu passado nos remete o Apartheid, que foi uma segregação racial, onde a minoria branca impusera regras à maioria negra, que assim vivia de forma miserável.
E agora a África do Sul tem o desafio de superar toda essa triste história e realizar uma ótima Copa, para que com isso o país cresça e quem sabe assim consiga alcançar uma redução nas desigualdades entre negros e brancos.
É provável que uma Copa do Mundo só tenha a melhorar um país e acreditamos que seja possível diminuir as diferenças sociais e ter como efeito uma melhor igualdade para todos. Porém, essa Copa pode aumentar significativamente as desigualdades, tudo vai depender de como essa grande oportunidade será utilizada.
Afinal, ser sede da Copa do Mundo deveria ser motivo de orgulho para a África, que tem a chance de dar a volta por cima.
Escola: Estadual Fred Gedeon
Data: 07 de junho de 2010
Alunos: Lucas, Tiago e Erisvaldo 2ª Ano B
Professor: Genivaldo
África do sul e a Copa do Mundo de 2010 o país enfrenta o desafio de reduzir a grande desigualdade entre Brancos e Negros.
Nelson Mandela foi libertado, e o sonho de ver seu país livre e instalado em 1948 transformou o preconceito racial em lei na África do Sul; negros não podiam freqüentar locais exclusivos de brancos, os brancos tinham acesso a melhores empregos.
Os brancos eram removidos de suas terras e forçados a trabalhar em condições desumanas. O regime não livrou completamente o país do preconceito e da desigualdade. Hoje o país vive em separação baseado na discriminação de classe econômica.
Apesar do mito da democracia racial os índices de desigualdades econômicas e sociais entre negros e brancos ,ainda há o grau de racismo existente no país.
Mandela foi responsável por acabar com a Apartheid e o governo falhou em aplicar igualdade e economia resultadas a grande diferença entre os brancos e os negros que ainda lutam para ter bons empregos.
Ainda hoje critérios culturais bloqueiam a entrada de negros em determinados lugares como: casas noturnas, restaurantes e etc.
Na escola são separadas as crianças brancas das negras. Isso não pode ser atribuído às diferenças econômicas.
Copa do Mundo que vai ser realizada na África do Sul vai servir para unir negros e brancos em torno de um mesmo objetivo que é conquistar ao titulo .Ela também trará a entrada de dinheiro graças as diversos turista que o país vai receber durante a Copa.

ÁFRICA - PRECISA SUPERAR GRAVES PROBLEMAS DO PASSADO

ÁFRICA – DE OLHO NO FUTURO, O CONTINENTE QUE RECEBE A COPA PRECISA SUPERAR GRAVES PROBLEMAS DO PASSADO.
ESCOLA ESTADUAL FRED GEDEON
DATA: 07/06/2010 SÉRIE: 3º Ano Ensino Médio
ALUNAS: Dalila, Karol, Lucimara, Riqueila
PROF: Genivaldo Pereira

ÁFRICA
O continente africano possui muitos recursos naturais, mas apesar disso é um continente muito carente e anteriormente muito explorado por outros países. Sua cultura é uma das mais ricas do planeta, como o Egito que foi berço de uma das primeiras civilizações, mas apesar de todos os problemas de desigualdade social a África busca o desenvolvimento e o quem mais se destaca nesse aspecto é a África do Sul; Além de apresentar muitos recursos naturais também foi aprovada para receber a copa do mundo e com isso os olhos de todos os povos estão voltados para o país.
No passado o país passou por grandes problemas como o Apartheid, uma forma de discriminação em que a minoria branca controlava a maioria da população negra e depois de uma série de acontecimentos a população africana conseguiu a independência dos estados africanos, e embora muitas vezes o continente passe a imagem de pobreza, miséria ou fome, ele esconde uma grande riqueza que atualmente está sendo aproveitada para o seu desenvolvimento econômico, entretanto alguns problemas ainda precisam ser superados principalmente para África mostrar para o mundo que eles também são capazes de sediar a copa do mundo e que a África do Sul já se preparou para receber a copa e que isso trará vários benefícios para o país, principalmente aspectos econômicos e culturais.

ESCOLA ESTADUAL FRED GEDEON
DATA: 07/06/2010 SÉRIE: 3º Ano Ensino Médio
ALUNOS: Jackson Silva, Emerson França, Ageu Augusto, Sergio Augusto.
PROF: Genivaldo Pereira

ÁFRICA
Afirmativamente, o continente africano possui um baixo desenvolvimento econômico. Não só a economia como também grande taxa de mortalidade, tendo por consequência a fome e doenças graves. Como um continente tão pobre e miserável pode receber uma Copa do Mundo (maior evento esportivo do planeta)?
A África necessita de desenvolvimentos tecnológicos e mesmo que possua grandes riquezas naturais, tem aquela que “país sem globalização, está sujeito a exploração”, é isso que acontece que mesmo obtendo grandes minérios e pedras preciosas, o continente não se beneficia com tamanhas riquezas.
A Copa do Mundo na África fez com que um país que a muito tempo tenta melhorar, conseguisse em quatro anos avanços na infra-estrutura e geração de empregos. E mostra um bom trabalho da FIFA que não olhou o país pelo lado negativo, e ao contrario disso depositou confiança no contente que obteve grande força de vontade e se dispôs a receber o evento. Sem duvidas essa será uma das melhores copas da história, isso podemos afirmar pela alegria exposta no povo africano, que através disso causa inveja em qualquer outro país ao apresentar a sua cultura.


domingo, 30 de maio de 2010

A CRISE DO IMPÉRIO

COLÉGIO ESTADUAL FRED GEDEON
HISTÓRIA – 3º ANO – ENSINO MÉDIO – 2010

A CRISE DE IMPÉRIO
A crise do Império foi resultado das transformações processadas na economia e na sociedade, a partir do século XIX, somando-se, conduziram importantes setores da sociedade a uma conclusão: a Monarquia precisava ser superada para dar lugar a um outro regime político mais adaptado aos problemas da época. A crise do Império foi marcada por uma série de questões que desembocaram na Proclamação da República.
Os cafeicultores não se conformaram com a abolição da escravidão e com o fato de não terem sidos indenizados. Sentindo-se abandonados pela monarquia passaram a apoiar a causa republicana, surgindo os chamados republicanos de 14 de maio (chamada assim por causa da data em que a Lei Áurea foi assinada, 13 de maio de 1888).
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Segundo_Reinado#Crises_do_Imp.C3.A9rio
OFICINA DE HISTÓRIA
A partir das intervenções em aula, respondam a seguinte afirmação:
1 - Identifique no seu dia-a-dia, ao menos uma situação que confirme a seguinte frase: “Mais de um século depois da abolição da escravatura no Brasil, ainda pesa sobrenos negros e seus descendentes uma série de problemas e discriminações sociais”.

DOMÍNIO ESPANHOL E BRASIL HOLANDÊS

COLÉGIO ESTADUAL FRED GEDEON
HISTÓRIA – 2º ANO – ENSINO MÉDIO - 2010
DOMÍNIO ESPANHOL E BRASIL HOLANDÊS
Em 1640, Portugal libertou-se da Espanha. O duque de Bragança recuperou a coroa portuguesa e pôs fim ao domínio espanhol. Ao assumir o trono, recebeu o título de D. João IV, iniciando a dinastia de Bragança (ou seja, a partir daí se sucederiam governantes da mesma família, a família Bragança). Esse episódio ficou conhecido como Restauração do trono português.
Depois de sucessivas derrotas, os holandeses renderam-se em 1654. Com isso, Portugal retomou seu domínio na região açucareira do Nordeste do Brasil. Terminada a União Ibérica, Portugal encontrava-se mergulhado em grave crise econômica, pois dependia do comércio colonial e, devido ao domínio espanhol, havia perdido grande parte de suas colônias para holandeses, franceses e ingleses. Portugal procurava arduamente encontrar soluções para sair da crise econômica. Por um lado, acabou recorrendo à Inglaterra e assinou diversos tratados (contratos) econômicos. Por outro, adotou uma política rigorosa em relação ao Brasil, uma das poucas colônias que ainda lhe restavam. D. João IV dizia que o Brasil era sua “vaca de leite”.
Fonte : http://www.scribd.com/doc/4002488/Historia-CEESVO-apostila1
OFICINA DE HISTÓRIA
Após estudo realizados respondam a seguinte pergunta:
1 - Após a Restauração, o rei português D.João IV afirmou que o Brasil era sua "vaca de leite”. Analise e dê sua opinião sobre essa afirmação.

EGITO ANTIGO

COLÉGIO ESTADUAL FRED GEDEON
HISTÓRIA – 1º ANO – ENSINO MÉDIO - 2010
Estudo da História do Egito Antigo
Introdução
A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.c (domínio romano).
A economia egípcia era baseada principalmente na agricultura que era realizada, principalmente, nas margens férteis do rio Nilo. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação, pirâmides, templos, diques).
A religião egípcia era repleta de mitos e crenças interessantes. Acreditavam na existência de vários deuses (muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. As oferendas e festas em homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-os felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e momentos da vida. Cada cidade possuía deus protetor e templos religiosos em sua homenagem.
Texto - http://www.suapesquisa.com/egito/
Depois de estudo realizado em sala de aula, apresente suas conclusões a respeito da temática abaixo.
OFICINA DE HISTÓRIA - Mudanças e permanências.
1 - O Egito antigo representou a civilização mais duradoura da qual se tem notícia na história. Ao longpo dos milhares de anos em que existiram, quais foram as principais mudanças ocorridas na vida egípcia, no que se refere à centralização política e à religiosa? Apresente suas argumentações.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

É POSSÍVEL REDUZIR A VIOLÊNCIA E AUMENTAR A SEGURANÇA?

Apontado por muitos como o maior problema social que enfrentamos hoje, a violência assusta e inibe as pessoas na convivência social. Alguns resolvem seu problema contratando seguranças particulares, câmeras de vídeo, portões eletrônicos... Mas e a grande maioria da população que depende da segurança pública?
Mundo Jovem: É possível acabar com a violência no Brasil?Melina Risso: Entendemos a violência como um fenômeno multicausal. Portanto não existe uma solução mágica. Em nenhum lugar imaginamos que, se fizer isto, vai resolver o problema. O que temos observado em São Paulo, por exemplo, é que vários fatores contribuíram para diminuir a violência. Primeiro, houve um investimento muito grande na polícia, um investimento na formação, na inteligência, na informação para qualificar a ação da polícia. E uma segunda coisa que temos observado é um incremento das ações da sociedade civil: projetos sociais em locais com índice de alta vulnerabilidade, projetos focados e principalmente com um público bastante afetado, que é o público jovem. Podemos apontar também um envolvimento das prefeituras que têm uma ação preventiva. Em alguns lugares a sensação de segurança é gerada por questões urbanas, de investimento de infraestrutura urbana. E isto é função da prefeitura.Quando a prefeitura trabalha junto com o estado e o governo federal, a gente consegue resultados mais substanciais para a redução da criminalidade. Portanto uma série de coisas compõe este conjunto que reduz os homicídios em São Paulo. Este ano, pela primeira vez, devemos estar chegando na faixa de dez homicídios por cem mil habitantes, que é considerado aceitável pela Organização Mundial da Saúde. É um trabalho longo, intenso, que acontece desde 1995.Mundo Jovem: A lei de controle de armas também favoreceu?Melina Risso: Exatamente. No Brasil os homicídios aconteciam e acontecem prioritariamente com armas de fogo. As medidas de controle deste fator de risco são fundamentais para a redução dos índices. Diversos estudos mostram que este foi um fator para a gente chegar aos índices de hoje.Mundo Jovem: Em geral pensa-se que segurança pública é papel exclusivamente do Estado. As parcerias com as organizações sociais da sociedade civil também podem contribuir?Melina Risso: Essas parcerias não são só importantes, eu diria, mas determinantes. Aqui no Instituto Sou da Paz há algum tempo ampliamos a visão sobre segurança. Não entendemos a questão da segurança do ponto de vista da repressão, que fica na mão da polícia, do sistema penitenciário. Isto sim está na responsabilidade do governo do estado. Mas trabalhamos nos dois âmbitos, qualificando uma repressão, mas investindo muito em prevenção.Se não, vamos ficar sempre nas políticas que chamamos de enxugar gelo: sempre tratando do caso, mas sem conseguir resolver. É preciso tratar da questão antes de ela começar. Por isso os processos de prevenção são fundamentais. E aí entra um papel das prefeituras e das organizações sociais. Quando se começa a fazer o trabalho focado, territorializado consegue-se mensurar os resultados de curto, médio e longo prazo.Mundo Jovem: Vocês criaram o projeto Polícia Cidadã. Como ele funciona?Melina Risso: É um prêmio que aposta na perspectiva da valorização das boas iniciativas policia que não têm visibilidade. Tudo o que aparece na mídiaé o mau policial, o policial corrupto, o policial violento. A nossa aposta é de que já existe uma boa polícia em funcionamento e, portanto precisamos dar visibilidade a ela. Em 2003 lançamos o projeto, voltado para as três polícias de São Paulo: a militar, a civil e a técnico científica. E temos resultados muito bacanas do projeto como um todo. Durante suas três edições já foram premiados mais de 150 policiais e descobrimos muitas coisas bacanas que estão acontecendo na polícia.Mundo Jovem: Como que funciona o prêmio?Melina Risso: O policial conta pra gente de um problema de segurança pública que ele teve e como é que ele resolveu. A partir daí isso é analisado por uma banca, por um comitê de avaliação independente. Esse comitê seleciona 50 ações finalistas, que recebem uma visita para checar a veracidade das informações, das ações e o que deu de resultado. A partir daí volta para a comissão avaliadora, que seleciona esses processos, as ações vencedoras. Todos esses policiais têm uma avaliação do seu histórico como policial, porque estamos buscando aqui bons policiais.
Então a corregedoria da polícia também dá um parecer sobre o policial. E a partir daí fazemos uma grande ação de disseminação e da premiação na Sala São Paulo, onde entregamos um reconhecimento e o policial ganha seis mil reais em dinheiro. Além disso, através de uma parceria com a Faculdade IBETEA, ele pode escolher um curso de tecnólogo.
Mundo Jovem: Este tipo de ação pode ajudar a diminuir a violência?Melina Risso: Sem dúvida, precisamos aproximar a população da polícia como um todo, usando ações de inteligência, de uma polícia mais preventiva, não só repressiva. Nesse contexto todo, consegue-se reduzir a situação de violência que vivemos.Mundo Jovem: O Ministério da Justiça está falando de uma polícia de proximidade. Este projeto parece ter esta visão...Melina Risso: No nosso projeto falamos em polícia comunitária. Uma polícia mais próxima da comunidade consegue ter mais informação, aproxima a comunidade da polícia e reduz a sensação de insegurança. Sempre defendemos uma polícia mais próxima da comunidade. Afinal de contas, a segurança pública é um direito, então o policial está ali para garantir o direito da população.to todo, consegue-se reduzir a situação de violência que vivemos.Mundo Jovem: Como você avalia o sistema carcerário do Brasil?Melina Risso: Antes de discutir o sistema carcerário talvez devêssemos discutir a política de encarceramento, que tem aumentado cada vez mais. Só a política de encarceramento, aumentando as penas etc., historicamente, não tem dado resultado no país. A redução da idade penal também não é solução. Encarceramento aumento de prisões a qualquer custo, por qualquer coisa... isso não resolve o problema. E vamos vendo todos os processos que acontecem, desde as facções de crimes organizados que se formam dentro dos presídios, até as rebeliões que acontecem dentro do sistema. Então é preciso uma profunda reavaliação de como é que estamos, não só o sistema carcerário, mas a política de encarceramento.Defendemos uma racionalidade em relação às penas. Quando o crime é grave, aí precisa ter privação de liberdade etc., mas não para todos os crimes. As penas alternativas, em muitas situações, são bem mais eficazes. tema carcerário, mas a política de encarceramento.Mundo Jovem: Também dizem que cadeia é só pra pobre...Melina Risso: Sem dúvida nenhuma, a prisão hoje é para pobre. Quando fazemos uma avaliação da população carcerária, isto está colocado. Mas temos visto ultimamente algumas ações de inteligência, que punem com prisão também outro tipo de crimes. Mas é um processo que precisamos acompanhar e entender que a justiça é para todo mundo. A justiça num país não pode ser para quem tem dinheiro e quem consegue pagar um bom advogado. A gente precisa ter um sistema de justiça justo, que funcione de uma maneira igual para todo mundo.
Melina Risso,diretora de desenvolvimento institucional da ONG Sou da Paz, em São Paulo.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A GLOBALIZAÇÃO DEIXA PARA TRÁS MUITOS PAÍSES POBRES

Agências econômicas mundiais instadas a adotar políticas "em favor dos pobres"
A expansão mundial do comércio e do investimento está ocorrendo a uma velocidade vertiginosa - mas largamente em benefício dos países mais dinâmicos e poderosos dos Hemisférios Norte e Sul, de acordo com o agora lançado Relatório do Desenvolvimento Humano 1997, produzido para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A menos que a globalização seja cuidadosamente administrada, dizem os autores do relatório, os países e populações pobres serão crescentemente marginalizados. As perdas anuais dos países em desenvolvimento devido ao acesso desigual ao comércio, trabalho e finanças, foram estimadas em 500 bilhões de dólares norte-americanos, 10 vezes mais do que recebem em ajuda externa."Todos os países e todas as principais agências financeiras e internacionais têm de fazer mais do que ficar à margem aplaudindo as virtudes da globalização", diz Richard Jolly, Assessor Especial do Administrador do PNUD e coordenador principal do relatório." A globalização precisa de melhor gestão, para que se possa com vistas à criação de empregos, abrir oportunidades aos países mais pobres, não fechá-las ou restringi-las, e para evitar maiores disparidades econômicas, entre países e dentro deles".Ainda que a proporção mundial do comércio em relação ao produto interno bruto (PIB) tenha crescido ao longo da última década, ele tem-se reduzido em 44 países em desenvolvimento cujas populações totalizam mais de um bilhão de pessoas, diz o relatório. Os países menos desenvolvidos, com 10 por cento da população mundial, detêm apenas 0,3 por cento do comércio mundial - metade da sua parcela de há duas décadas atrás.Enquanto a globalização ajudou a reduzir a pobreza em algumas das maiores e mais fortes economias, como a indiana, o mundo em desenvolvimento assistiu a um aumento do hiato entre "vencedores" e "perdedores". A parcela dos 20% mais pobres da população mundial reduziu-se de 2,3% do rendimento mundial em 1960 para 1,1% atualmente - e continua a decrescer. A globalização está atingindo negativamente a população pobre, não apenas os países pobres, dizem os autores do relatório.A liberalização tem sido, em alguns casos, acompanhada de uma maior desigualdade, como em vários países latino-americanos incluindo a Argentina, Chile, República Dominicana, Equador, México e Uruguai. Nos países industrializados, alguns dizem que a globalização está pressionando os salários e o emprego.Entretanto, a liberalização e a globalização têm representado a bonança para alguns países. A China, por exemplo, é atualmente o maior receptor de investimento direto estrangeiro do mundo em desenvolvimento e aumentou as exportações mais de dez vezes ao longo dos últimos 15 anos. Isto ajudou a reduzir a parcela da sua população com pobreza por insuficiência de renda de um terço para um décimo, com importantes melhorias nos níveis de saúde e educação.Outras conclusões importantes do Relatório do Desenvolvimento Humano 1997 incluem:Mais da metade dos países em desenvolvimento tem sido excluída do investimento estrangeiro direto, do qual dois terços têm ido apenas para oito países em desenvolvimento.Com muitos dos países mais pobres dependendo das exportações de commodities, os preços reais das mercadorias nos anos 90 foram 45% mais baixos do que os dos anos 80 - e 10% abaixo do nível atingido em 1932 durante a Grande Depressão.Os termos de troca para os países menos desenvolvidos reduziram-se 50%, em termos acumulados, ao longo dos últimos 25 anos.As tarifas sobre importações para os países industrializados, provenientes dos países menos desenvolvidos, são 30% mais elevadas do que a média mundial.Os países em desenvolvimento perdem mais de 60 bilhões de dólares ao ano devido aos subsídios agrícolas e às barreiras às exportações de têxteis nos países industrializados.O Que Não Funciona: Má Política, Más Condições, Más RegrasMá política: Política macroeconômica pobre, em especial grandes déficits fiscais, criam instabilidade, o que desencoraja os investidores. E quando os déficits são financiados por empréstimos externos, isto pode sobrevalorizar a moeda, desencorajando mais uma vez os investidores estrangeiros e os exportadores. Os governos também impedem o comércio e o investimento de forma mais direta. As tarifas que superprotegem os produtores locais por períodos muito longos afastam igualmente as importações de capitais e de bens intermédios que poderiam ser utilizados para aumentar a produtividade. E, sobretudo, negligenciar o investimento em pessoas torna também difícil a expansão das exportações e a atração dos investidores.Más condições: Mesmo quando a globalização alcança os países pobres, isto ocorre freqüentemente em termos desfavoráveis. Desde o princípio dos anos 70 os países menos desenvolvidos sofreram uma redução acumulada de 50% nos seus termos de troca com outros países. Para os países em desenvolvimento no seu conjunto, as perdas acumuladas deste desequilíbrio ascendem a 290 bilhões de dólares entre 1980 e 1991. Os países pobres sofrem também de condições financeiras desfavoráveis. Com posições inferiores no que tange ao acesso ao crédito e com a expectativa de depreciações na moeda nacional, foram onerados com taxas de juro quatro vezes mais elevadas do que as dos países ricos durante os anos 80.Más regras: Os países pobres perdem com freqüência porque as regras do jogo lhes são desfavoráveis - especialmente as que se relacionam com o comércio internacional. A Rodada do Uruguai de Negociações Comerciais Multilaterais do GATT, quase não alterou este quadro. Os países em desenvolvimento, com três quartos da população mundial, terão apenas de um quarto a um terço dos ganhos de rendimento gerados - e grande parte deles irá para uns poucos exportadores poderosos da Ásia e da América Latina. FONTE: http://www.pnud.org.br/hdr/hdr97/rdh7-7.htm

QUAL É O SEU PONTO DE VISTA COM RELAÇÃO A GLOBALIZAÇÃO?

sábado, 14 de novembro de 2009

QUILOMBOS DA BAHIA

COLÉGIO ESTADUAL FRED GEDEON
SÉRIE: 1º, 2º, e 3º ano Ensino Médio
Disciplina Trabalhada: História
Professor: Genivaldo Pereira dos Santos
Proposta de Aula – Conclusão das 08 horas do Curso Linux 40
Floresta Azul
Aulas realizadas nos dias:
09,10 e 12 de novembro de 2009.
Proposta Temática usada na aula:

QUILOMBOS DA BAHIA - FILME DOCUMENTÁRIO
Direção e Roteiro: Antonio Olavo
Descrição da atividade proposta:
A Bahia é o estado de maior presença negra do Brasil, com mais de 70% de sua população afro descendente e isto evidencia a implantação de uma consistente rede de dominação escravista, que perdurou por mais de 350 anos। Por outro lado, foi também na Bahia um dos lugares onde a resistência negra contra a escravidão, aflorou com mais densidade, pois além das insurreições urbanas como Búzios, Malês, etc., destacou-se o surgimento de quilombos, que se constituíram em verdadeiros símbolos da resistência e luta pela liberdade.
Objetivos:

- Identificar as principais comunidades negras, muitas delas até mesmo seculares dentro do estado da Bahia registrando as suas principais contribuições legadas nos dias de hoje,bem como a valorização da memória negra no nosso estado.
- Reconhecer a importância dos Quilombos dentro do nosso país, em especial no estado da Bahia e suas contribuições dentro da cultura afro-descendente.
Metodologia aplicada:

Alunos assistiram ao vídeo “ Quilombos da Bahia”, depois houve algumas discussões orais.
Depois solicitei que em grupo registrassem seus pontos de vistas a respeito do que foi visto no vídeo e do que fora discutido.
Feito isso, os registros foram publicados no blog (http://historiadialetica.blogspot.com) e a partir daí, as publicações foram colocadas para que determinadas equipes fizessem a partir das publicações, seus comentários a respeito do que os colegas registraram.Uma proposta surgida, no intuito de todos conhecerem suas publicações e a partir daí, avaliassem a partir de comentários seus textos.
Recursos Usados:
Televisão, Aparelho de DVD, DVD, Computador.
Escola Estadual Fred Gedeon
Série 1 ano A
Professor Genivaldo Pereira
Disciplina: História
Componentes: Alane Maine, Andressa, Antonio Caio, Antonio Júnior, Bárbara.
Proposta Documentário :Quilombo da Bahia
Direção e Reteiro: Antonio Olavo
Tarefa : Registri das principais contribuições para a visibilidade e valorização da memória negra na Bahia.
Na Bahia 70% da população é afrodescendente, centenas de comunidades negras estão espalhadas pelo estado da Bahia.Um dos quilombos mais conhecidos é Palmares e um dos grandes líderes, se chamava Zumbi. Nesses quilombos vivem pessoas guerreiras e que dão sua vida para cultivar terras e que acima de tudo são felizes.
Tem uma frase que um deles diz que é muito interessante: “Deus é o dono de tudo e não vendeu a ninguém , ele fez pra os seus filhos ricos e pobres, não somente aos ricos e seria de direito mais do pobre, pois , são eles que cultivam a terra’’. Com esse pensamento percebemos que apesar de não ter se formando em alguma escola são inteligentes, e tem mais, contam também que antigamente existiam 6 operações matemáticas(tipos de contas) e hoje existem pessoas formadas em Faculdades e que se batem para resolver 4.
E , apesar de serem felizes e de fazerem o que gostam, não desejam para o futuro dos seus filhos o seu presente.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

QUILOMBOS DA BAHIA FILME DOCUMENTÁRIO ATIVIDADE PROINFO 40 NTE 05

A Bahia é o estado de maior presença negra do Brasil, com mais de 70% de sua população afro descendente e isto evidencia a implantação de uma consistente rede de dominação escravista, que perdurou por mais de 350 anos। Por outro lado, foi também na Bahia um dos lugares onde a resistência negra contra a escravidão, aflorou com mais densidade, pois além das insurreições urbanas como Búzios, Malês, etc., destacou-se o surgimento de quilombos, que se constituíram em verdadeiros símbolos da resistência e luta pela liberdade.
Os quilombos representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África e contribuindo para a formação da cultura afro-brasileira.

http://www.youtube.com/watch?v=vq_GQPtQe8k

Alunos do Ensino Médio Registram as Contribuições/Valorização da memória negra na Bahia visto no Documentário.